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Aéreas devem treinar equipes para atender melhor passageiros com deficiência

Regra exige treino prático de funcionários que ajudam passageiros com deficiência, para reduzir danos a equipamentos e aumentar segurança e dignidade a bordo

Airport wheelchairs bunched together at John F. Kennedy Interantional Airport in New York.
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  • Novas regras nos EUA exigem treinamento prático para funcionários e contratados que ajudam passageiros com deficiência ou lidam com seus dispositivos de mobilidade.
  • O regulamento faz parte de um conjunto de medidas sobre acessibilidade em companhias aéreas, encerrado próximo ao fim da gestão de Joe Biden; alguns pontos foram pausados pelo governo de Donald Trump, mas o treinamento avançou.
  • A associação Easterseals afirma que o aumento do treinamento pode reduzir lesões e o medo de voar entre pessoas com deficiência.
  • Há relatos de danos a aparelhos de mobilidade por manuseio inadequado, apontando falta de treinamento como causa comum.
  • O Departamento de Transportes não comentou o assunto até o momento; não há cronograma claro para a implementação total das demais partes da regra.

Airlines nos EUA passam a treinar, de forma prática, funcionários e contratados que ajudam passageiros com deficiência ou manipulam seus dispositivos de mobilidade. A exigência faz parte de um conjunto de regras sobre acessibilidade em voos e foi finalizada no fim da administração Biden, com parte das medidas já liberadas para seguir adiante, apesar de outras terem sido suspensas durante a gestão anterior.

Kendra Davenport, presidente da Easterseals, afirma que o treinamento prático representa avanço em acessibilidade e segurança. Segundo Davenport, treinamentos mais intensos devem reduzir injúrias e dissipar o receio de quem tem deficiência ao viajar de avião. A organização ressalta que danos a aparelhos de mobilidade ocorrem com frequência durante manuseio.

O Departamento de Transporte fica responsável por implementar e fiscalizar a norma. A agência não respondeu a pedidos de comentário sobre a implementação. Além da capacitação de equipe, o regulamento também aborda melhorias em cadeiras de rodas a bordo, entre outros itens, cuja linha do tempo ainda não foi definida.

A reportagem destaca que há relatos de milhares de dispositivos de mobilidade danificados anualmente por falta de preparo adequado. Profissionais envolvidos na transferência de passageiros entre dispositivos pessoais e cadeiras de circulação aéreas podem enfrentar riscos durante o processo.

Davenport observa que a melhoria na prática já ocorre em iniciativas de companhias aéreas para atender melhor passageiros com deficiência. A expectativa é de avanços na acessibilidade, segurança e dignidade ao viajar. A regulamentação permanece sujeita a revisões à medida que o DOT avança com as etapas de implementação.

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