- A defesa de Augusto Lima afirmou que as buscas da Polícia Federal na 9ª fase da operação Compliance Zero foram desnecessárias.
- Segundo a defesa, Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração.
- O comunicado dos advogados sustenta que as medidas não ajudam, mas ajudam a demonstrar que os fatos são lícitos.
- Os advogados ressaltaram que Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência e observância das normas do sistema financeiro e da administração pública.
A defesa de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, afirmou que as buscas realizadas hoje pela Polícia Federal na 9ª fase da operação Compliance Zero foram desnecessárias. Os advogados destacam que Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração.
Segundo a nota enviada pela defesa, as diligências não deveriam ter ocorrido, pois contribuiriam para demonstrar que os fatos apurados são lícitos. A defesa ressalta que Lima sempre atuou dentro dos limites legais, com transparência e responsabilidade técnica.
Os advogados listados são Pedro Ivo Velloso, Eduardo Toledo e Sebástian Mello. Eles afirmam que Lima cumpriu as normas que regem o sistema financeiro e a administração pública, conforme apurações em curso.
Contexto
A operação Compliance Zero investiga atividades ligadas ao Banco Master e a ex-sócios. Lima é apontado como figura ligada ao esquema que vem sendo apurado, mas a defesa sustenta que não houve ilegalidades nas ações anteriores e que as buscas visam esclarecer o andamento das investigações.
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