- Dois dias antes de ficar alvo da nona fase da operação da Polícia Federal, Jaques Wagner defendeu Davi Alcolumbe (sic, should be Alcolumbre) e desafiou que apresentassem provas contra ele e o ex-governador Rui Costa.
- Alcolumbre negou qualquer envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro e recebeu apoio de senadores.
- Wagner foi um dos mais enfáticos na defesa do presidente do Senado.
- O senador afirmou não ter relação com Vorcaro, classificou as acusações de levianas e disse que vai à Justiça contra a divulgação das suspeitas.
Dois dias antes de ser alvo da 9ª fase da operação da Polícia Federal Compliance Zero, Jaques Wagner saiu em defesa do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e desafiou que apresentassem provas contra ambos. O posicionamento foi feito no plenário do Senado.
Wagner afirmou ter usado o tom de desafio para questionar investigações que mencionam o seu nome ou o do ex-governador Rui Costa. Ele reiterou que não há relação com o banqueiro citado nas denúncias e que não há evidências apresentadas contra ele.
A defesa de Alcolumbre ganhou apoio de senadores após o parlamentar negar qualquer envolvimento com Daniel Vorcaro. Wagner enfatizou que considera as acusações “levianas” e disse que pretende recorrer à Justiça para questionar a divulgação dessas informações.
Contexto da operação
A menção a Vorcaro ocorreu no contexto de investigações que envolvem irregularidades com figuras políticas. Alcolumbre recebeu apoio de colegas e negou vínculos com o conteúdo das delações associadas aos nomes citados.
Repercussão entre aliados
A defesa pública de Alcolumbre por Wagner intensificou a manutenção de fronteiras entre acusações e fatos verificáveis. A operadora da PF ainda não confirmou as linhas de investigação indicadas, mantendo o sigilo sobre as provas.
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