- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero nesta quinta-feira, 18 de junho, para investigar fraudes bilionárias no Sistema Financeiro Nacional, com 18 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia e Distrito Federal.
- O banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, é um dos novos alvos; a apuração também envolve o senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado.
- Lima já havia sido preso em novembro de 2025, na fase inicial da operação, por supostos crimes contra o mercado financeiro, incluindo estelionato e falsificação de documentos.
- As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.
- A defesa de Augusto Lima afirma que as diligências eram desnecessárias, pois ele está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos, e sustenta que os atos são lícitos.
O banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, é um dos alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 18 de junho. A ação mira fraudes bilionárias no Sistema Financeiro Nacional, conforme as investigações em curso. Lima está entre os investigados após análise de mensagens em seu celular.
Além dele, também é alvo o senador Jaques Wagner, do PT, líder do governo no Senado. A PF cumpre 18 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia e no Distrito Federal, autorizados pelo STF. Os investigados são ligados a supostos esquemas de irregularidades no mercado financeiro.
Esta não é a primeira vez que Lima chama a atenção da PF. Em novembro de 2025, ele foi preso nas fases iniciais da Operação por suposto envolvimento em crimes contra o mercado financeiro, incluindo estelionato e falsificação de documentos. O inquérito atual continua em andamento.
Operação e desdobramentos
A PF informou que as diligências visam esclarecer irregularidades com recursos financeiros de grande monta. As buscas envolvem movimentações e documentos de empresas associadas aos investigados. Os resultados ainda estão sendo reunidos pelas autoridades.
A defesa de Augusto Lima afirmou que as diligências eram desnecessárias, pois o banqueiro está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos. Em nota, a defesa reiterou a legalidade das ações e a atuação dentro da lei.
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