- A Polícia Federal investiga o senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, por supostos recebimentos de vantagens econômicas indevidas no caso Master.
- Segundo a PF, ele teria recebido um apartamento avaliado em R$ 2,4 milhões, ingressos para shows internacionais, voos em aeronaves privadas e pagamentos de R$ 3,5 milhões a empresas ligadas ao seu núcleo familiar.
- Em contrapartida, Wagner estaria articulando emendas que favorecessem temas do Banco Master no Congresso, ligados a crédito consignado e ao Fundo Garantidor de Créditos.
•A investigação faz parte da nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF.
- A apuração está em andamento e a matéria está em atualização.
O que, quem, quando, onde, como e por quê: a Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, envolvendo o senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado. A ação investiga o recebimento de vantagens econômicas indevidas relacionadas ao caso Master.
Segundo a PF, o senador teria recebido benefícios como um apartamento avaliado em 2,4 milhões de reais, ingressos para shows internacionais, voos em aeronaves privadas e pagamentos de 3,5 milhões de reais a empresas ligadas ao seu núcleo familiar. Em contrapartida, Wagner teria atuado para favorecer pautas de interesse do Banco Master no Congresso, especialmente em temas de crédito consignado e do Fundo Garantidor de Créditos.
A investigação aponta que o senador, alvo da operação, atuaria como articulador de emendas relacionadas ao tema, ligando as vantagens recebidas a vantagens políticas. A PF cumpre mandados na manhã desta sexta-feira, com informações ainda sendo atualizadas pela defesa e pela própria instituição.
Investigações e desdobramentos
Até o momento, não houve publicação de defesas ou explicações formais sobre o conteúdo das evidências. As autoridades informam que as diligências seguem para esclarecer a ligação entre os repasses financeiros e as atividades legislativas associadas ao caso Master.
Contexto institucional
O caso ocorre em meio a desdobramentos de outras fases da operação, que já envolveram apurações sobre influência em pautas legislativas e repasses a empresas de terceiros. Não há, até o momento, confirmação de condenação ou divulgação de provas conclusivas.
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