- A Polícia Federal deflagrou a nona fase da Operação Compliance Zero, apurando possível participação de um agente público em irregularidades envolvendo o Banco Master.
- Sob determinação do Supremo Tribunal Federal, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal.
- Além das buscas, houve medidas cautelares diversas da prisão: monitoramento eletrônico, suspensão de passaportes e proibição de contato entre investigados.
- Os fatos investigados podem configurar, em tese, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
- A nova etapa aprofunda as investigações sobre a atuação de suspeitos ligados a um esquema de irregularidades no sistema financeiro nacional.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a nona fase da Operação Compliance Zero, que apura possível participação de um agente público em irregularidades envolvendo o Banco Master. A ação ocorre por determinação do STF.
Ao todo, 18 mandados de busca e apreensão são cumpridos nos estados da Bahia, de São Paulo e no Distrito Federal. As diligências visam reunir provas sobre os fatos investigados.
Além das buscas, judges autorizam medidas cautelares diversas da prisão, como monitoramento eletrônico, suspensão de passaportes e proibição de contato entre os investigados.
Segundo a PF, os fatos apurados podem configurar corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A nova etapa aprofunda apurações sobre atuação de suspeitos ligados a um suposto esquema no sistema financeiro nacional.
Contexto da operação
As investigações apontam a participação de indivíduos ligados a irregularidades envolvendo o Banco Master, conforme informações oficiais.
A Polícia Federal afirma que as diligências seguem o objetivo de esclarecer responsabilidades e mapear fluxos financeiros relacionados aos desvios apurados.
Desdobramentos previstos
Não há, no momento, conclusão sobre os responsáveis ou o montante envolvido. As informações são atualizadas pela PF conforme avanços ocorrerem.
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