- A bancada do PT na Câmara publicou nota defendendo a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre o Banco Master no Congresso.
- A defesa ocorre após a operação da Polícia Federal que mira Jaques Wagner, no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga esquema bilionário de fraudes ligado ao Banco Master.
- A PF investiga supostas vantagens indevidas recebidas por Wagner, incluindo imóvel em Salvador e R$ 3,5 milhões, em troca de atuação política.
- O PT afirma apoiar a autonomia da Polícia Federal para investigações com total independência, dentro de suas prerrogativas constitucionais.
- A nota solicita aprofundamento das apurações para esclarecer onde estão os R$ 61 milhões que, segundo a PF, teriam sido exigidos pelo senador Flávio Bolsonaro, e reforça a presunção de inocência de Wagner.
A Bancada do PT na Câmara dos Deputados emitiu uma nota nesta quinta-feira defendendo a instalação de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para apurar o Banco Master no Congresso. A defesa ocorre em meio a investigações da Polícia Federal sobre supostas fraudes ligadas ao banco.
A PF investiga um esquema bilionário envolvendo o Master, com Wagner mencionado na operação chamada Compliance Zero. A apuração apura se houve atuação política em troca de vantagens, incluindo imóveis de luxo e valores declarados pela PF.
A nota do PT afirma apoio à autonomia institucional da Polícia Federal para conduzir as investigações e solicita o aprofundamento das apurações para esclarecer onde estariam os recursos mencionados em reports da imprensa. Além disso, o partido ressalta a presunção de inocência de Wagner e o direito de defesa.
Defesa institucional e contexto
O documento é assinado pelo deputado Pedro Uczai, líder do PT na Câmara, e reforça a importância de esclarecer possíveis incentivos políticos relacionados ao Banco Master. A nota também cita a trajetória pública de Jaques Wagner e a necessidade de apuração independente.
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