- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da operação Compliance Zero nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026, com 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal.
- Entre os alvos estão o senador Jaques Wagner (PT-BA) e diversos familiares, empresários e operadores financeiros, incluindo Augusto Ferreira Lima, Eduardo Mendonça Sodré Martins, Guilherme Henrique Sodré Martins, Valério Marega Júnior, David Lopes Monteiro, Luiz Antonio Lombardi e Andréa Lima Novaes.
- Também foram atingidas as empresas BN Financeira, BN Representações Tecnológicas, PKL One, Terra Firme da Bahia, GF4 e 15 Participações e Consultoria.
- O ministro André Mendonça indeferiu a busca e apreensão contra Bonnie Toaldo Bonilha e Patrick Toaldo Bonilha, ligados à estrutura da BN Financeira e BN Representações Tecnológicas, respectivamente.
- A defesa de Augusto Lima afirma atuação dentro da lei; o Poder360 procurou os demais citados para manifestações, sem sucesso até o momento.
A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da operação Compliance Zero nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026, cumprindo 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de apurar indicação de irregularidades envolvendo agentes públicos, gestores bancários e operadores financeiros.
Entre os investigados estão Jaques Wagner, senador pelo PT na Bahia, e personalidades ligadas a operações financeiras e estruturas empresariais. Há, ainda, o envolvimento de familiares de Wagner e de empresários ligados a instituições de crédito e a empresas de tecnologia e consultoria. Os alvos incluem pessoas físicas e jurídicas, apontadas como integrantes de uma rede de atuação econômica e administrativa.
Os mandados atingiram empresas como BN Financeira, BN Representações Tecnológicas, PKL One, Terra Firme da Bahia, GF4 e 15 Participações e Consultoria. As buscas visam documentos, contratos, contas e registros que possam embasar apurações sobre a origem de recursos e a atuação de gestores públicos e privados.
A defesa de Augusto Lima afirmou, em nota, que o empresário sempre atuou dentro da lei, com transparência e responsabilidade técnica. O comunicado ressalta o cumprimento das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública.
Alvos e desdobramentos
Jaques Wagner permanece como um dos principais alvos da operação, conforme divulgação inicial. Outras pessoas citadas integram, segundo autoridades, uma rede de relações entre operadores financeiros e gestores vinculados a estruturas empresariais diversas.
Contatos e próximos passos
O Poder360 procurou Wagner para manifestação, mas não houve resposta até a publicação. A reportagem também tentou contato com os demais citados, sem sucesso até o momento. O jornal acompanhará novas informações oficiais e posicionamentos que sejam enviados.
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