- Ricardo Cappelli lançou a pré-candidatura ao governo do Distrito Federal neste sábado, 20, buscando formar uma frente ampla.
- Ele afirmou que a chapa não pode ficar apenas na esquerda e mencionou conversas com PT, PDT, PSOL, PSDB e Solidariedade.
- A campanha deve tratar da relação entre Celina Leão e Ibaneis Rocha com o escândalo do Banco Master como tema central.
- Cappelli prometeu atuação na área da saúde, com programa para zerar filas de cirurgias.
- O convite para Leandro Grass, ex-presidente do Iphan, continuar como vice da chapa ainda está aberto; Grass é pré-candidato do PT ao GDF, e a ideia é fortalecer a frente.
Ricardo Cappelli, ex-presidente da Abdi, lançou neste sábado a pré-candidatura ao governo do Distrito Federal. A cerimônia ocorreu no centro de Brasília, e ele defendeu uma frente ampla para enfrentar a governadora Celina Leão, do PP, ressaltando que a chapa não pode ficar restrita à esquerda.
A estratégia, segundo Cappelli, inclui conversar com diversos partidos, como PT, PDT, PSOL, PSDB e Solidariedade, para construir uma coalizão ampla. O objetivo é ampliar o campo de apoio e ampliar o leque de propostas da eventual gestão.
No tom do discurso, Cappelli citou a necessidade de debater as implicações envolvendo Celina Leão e Ibaneis Rocha, ex-governador, a partir de eventuais acusações associadas ao caso do Banco Master. A prioridade, afirmou, será a saúde, com um programa para zerar filas de cirurgias.
Sobre a composição da chapa, Cappelli reiterou o convite ao ex-presidente do Iphan Leandro Grass para a vice-presidência, sinalizando abertura para incorporar o PT à preferência por Grass. Grass é pré-candidato do PT ao GDF, e a ideia é que a frente ampla inclua esse eixo político.
A articulação ganhou apoio interno: o presidente do PSB, João Campos, endossou a pré-candidatura de Cappelli, fortalecendo o movimento dentro do partido. Ao mesmo tempo, alas do PT defendem que Grass passe a compor a chapa como vice, sob a justificativa de fortalecer a frente contra Celina Leão.
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