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Comissão aprova ampliar acesso a remédios para diabetes

Comissão de Saúde aprova projeto que amplia no SUS o acesso a medicamentos para controle glicêmico, sujeito à avaliação técnica e econômica

A relatora do texto, deputada Carla Dickson, destacou que a inclusão de novos tratamentos no SUS deve respeitar a análise técnica do Ministério da Saúde
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  • A Comissão de Saúde da Câmara aprovou projeto de lei que amplia o acesso de pacientes com diabetes a medicamentos para controle da glicemia no Sistema Único de Saúde.
  • A versão aprovada, da relatora Carla Dickson, prevê a inclusão de diversas classes de remédios, e não apenas a tirzepatida.
  • A assistência no SUS deve acompanhar a evolução dos tratamentos e as necessidades de cada paciente.
  • A avaliação técnico-econômica do Ministério da Saúde continuará definindo quais produtos entram, com base em protocolos clínicos.
  • O projeto segue para as comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania; para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que amplia o acesso a medicamentos para diabetes pelo SUS, com foco no controle da glicemia. O texto corresponde ao PL 2.725/2024, de Acácio Favacho, e recebeu a relatoria da deputada Carla Dickson. A ideia é acompanhar a evolução dos tratamentos com assistência integral aos pacientes.

Originalmente, a proposta previa apenas a inclusão da tirzepatida na lista de distribuição gratuita. A redação aprovada garante que a oferta de tratamentos acompanhe as necessidades de cada paciente e evolua conforme as evidências clínicas.

Avaliação Técnica e Econômica

Carla Dickson explicou que novas opções dependem de análises técnicas e econômicas do Ministério da Saúde. Segundo a relatora, usar a força da lei para definir produtos prejudicaria a gestão pública. A rede pública deve dispor de fármacos modernos com menos efeitos, baseando-se em protocolos clínicos.

Próximos passos

O texto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, é preciso ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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