- Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria, direita) vence a eleição presidencial na Colômbia neste domingo, 21 de junho de 2026, ampliando a presença da direita na região.
- A posse está marcada para 7 de agosto; com isso, passam a ser 6 países governados pela esquerda e 6 pela direita na América do Sul.
- Keiko Fujimori (Fuerza Popular, direita) mantém vantagem na apuração do Peru; se for eleita, a região terá 7 presidentes de direita e 5 de esquerda.
- O movimento de aproximação da direita começou com Milei na Argentina, Noboa no Equador, Paz na Bolívia e Kast no Chile, e se intensifica com a vitória de De la Espriella.
- O Paraguai é a principal exceção às mudanças recentes no Cone Sul, mantendo governos de direita de 2015 a 2025.
A vitória de Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria, direita) na eleição presidencial da Colômbia, neste domingo, 21 de junho de 2026, amplia o espaço da direita na América do Sul. Com a posse prevista para 7 de agosto, o continente passa a ter 6 governos de esquerda e 6 de direita.
A apuração mostrou De la Espriella liderando a votação, dando impulso aos partidos conservadores na região. A eleição colombiana é a mais recente vitória de uma direita que já teve avanços em outros países nos últimos anos.
Caso Keiko Fujimori (Fuerza Popular, direita) vença o Peru, a região passará a ter 7 presidentes de direita e 5 de esquerda, segundo projeções à beira da contagem final. O Peru está em metodologia de apuração ainda sem resultado definitivo.
Panorama regional
A trajetória de fortalecimento da direita na região ganhou impulso com vitórias anteriores em Argentina, Equador, Bolívia e Chile. Notícias apontam que esse ciclo mudou o mapa político sul-americano ao longo de 2023 a 2026.
Apenas o Paraguai mantém governo de direita de 2015 a 2025, com Cartes, Abdo Benítez e Peña, refletindo uma exceção no histórico de alternâncias. O Brasil, Chile e Uruguai já haviam alternado entre governos de direita e esquerda nos últimos anos.
A evolução regional mostra que, até setembro de 2025, Argentina, Paraguai e Equador eram exceções de direita; desde então, novas eleições ampliaram esse cenário. Acompanham-se os resultados e impactos para políticas regionais e de cooperação.
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