- Iván Cepeda, candidato derrotado, disse que a esquerda já derrotou muitos governos autoritários e que Abelardo de la Espriella não os assusta.
- Cepeda pediu que aliados não provoquem incêndio social e afirmou que não haverá terceiro turno nas ruas; disse que haverá oposição a partir de Bogotá.
- A diferença entre os dois candidatos ficou inferior a um ponto; a campanha apresentou 57.189 reclamações sobre o pleito.
- A apuração inicial é considerada provisória; o resultado oficial deve sair após a revisão de inconsistências, no fim de semana.
- Cepeda afirmou que reconhecerá o veredito após o escrutínio e sanar dúvidas; protestos ocorreram em diversas cidades e o presidente eleito pediu acompanhamento dos escrutínios.
Iván Cepeda, candidato derrotado no segundo turno, afirmou que a Colômbia já derrubou governos autoritários e que Abelardo de la Espriella, o presidente eleito, não assusta a oposição. A declaração ocorreu após a vitória anunciada de Espriella na véspera.
Cepeda pediu calma aos apoiadores e disse que não haverá um terceiro turno nas ruas. Ele também informou que, segundo a apuração preliminar, a diferença entre os dois lados ficou muito estreita, e que aceitaria a contagem final dos votos.
Contagem e reclamações
O senador afirmou que a campanha apresentou 57.189 reclamações em relação ao pleito. A apuração inicial é provisória e a contagem oficial deve ser divulgada após validação de possíveis inconsistências, ainda sem data definida.
No posicionamento, Cepeda destacou a proximidade entre os candidatos na apuração. Ele indicou que o resultado preliminar representa metade do espectro político do país, segundo seus cálculos.
Contexto eleitoral
A Colômbia teve uma eleição com histórico de diferença estreita entre candidatos, lembrando casos passados em que a diferença final variou pouco em segundas voltas. A contagem oficial pode reduzir ou manter a margem identificada na parcial.
Espriella, que liderou a campanha com linguagem firme, chamou o candidato opositor de enfrentar o chamado a manter a resistência. A campanha tem adotado tom veemente, com protestos ocorrendo em diversas cidades.
Reações e apelos à calma
O presidente Gustavo Petro voltou a mencionar irregularidades, sem apresentar provas, e pediu acompanhamento técnico na contagem. Em Bogotá, advogados foram chamados para acompanhar o escrutínio.
Cepeda pediu serenidade, enfatizando que qualquer manifestação pública deve ser pacífica e estritamente dentro da democracia, com o objetivo de manter a ordem durante o processo de apuração.
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