- Doze pré-candidatos são apontados pelos partidos para a Presidência de 2026, com as convenções iniciando em vinte de julho e registro até quinze de agosto.
- O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é pré-candidato à reeleição.
- Flávio Bolsonaro (PL) aparece como pré-candidato, após o pai, Jair Bolsonaro, ficar inelegível.
- Outros nomes incluem Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO), Joaquim Barbosa (DC) e Aldo Rebelo (DC*, sem apoio oficial).
- A lista também traz a tramitação de apoio interno de legendas e disputas internas que podem influenciar a confirmação das candidaturas.
Com a aproximação das eleições presidenciais de 2026, o cenário de candidatura já reúne 12 nomes indicados por partidos, além de uma liderança que busca viabilizar-se sem apoio formal da legenda. As convenções começam em 20 de julho e o registro de candidaturas vai até 15 de agosto, véspera do início da campanha.
Entre os pré-candidatos, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, disputa a reeleição. Nascido em Garanhuns, Lula ganhou notoriedade como metalúrgico e líder sindical, foi presidente de 2003 a 2010 e, após condenações na Lava-Jato, teve as sentenças anuladas pelo STF em 2021, permitindo a candidatura.
Flávio Bolsonaro, do PL, aparece como aposta do bloco ao lado de Bolsonaro, após a inelegibilidade do pai. Ex-deputado estadual e atual senador pelo Rio, ele liderou disputas legislativas expressivas desde 2003 e 2018, quando foi eleito ao Senado.
Augusto Cury, pelo Avante, é médico psiquiatra, escritor e figura pública com foco em diálogo com centros políticos. O pré-candidato veio ao cenário político no começo de 2026, defendendo posicionamentos antipolarização.
Cabo Daciolo, do Mobiliza, é bombeiro militar da reserva, pastor e ex-deputado. Sua atuação inclui uma trajetória de filiação partidária volátil, com participação em candidaturas nacionais em anos anteriores.
Edmilson Costa, do PCB, ocupa o cargo de Secretário-Geral do partido. Doutor em economia pela Unicamp, atua como professor e já disputou cargos municipais e estaduais em eleições anteriores.
Hertz Dias, do PSTU, é professor da rede pública no Maranhão e rapper. Em 2022, lançou candidatura ao governo do estado e agora concorre à Presidência pelo mesmo partido.
Renan Santos, do movimento Missão, lidera o MBL e coordena a formação do partido ligado ao movimento. O ativista tem histórico de protestos e atuação em redes sociais, com foco em propostas disruptivas.
Romeu Zema, do Novo, é administrador formado pela FGV e ex-presidente do Grupo Zema. Venceu a disputa de Minas Gerais em 2018 e 2022, deixando o cargo para concorrer à Presidência, posicionando-se ao lado de pautas de direita.
Rui Costa Pimenta, do PCO, é jornalista e presidente nacional do partido. Conhecido por trajetória de fundação do PCO e por passagens anteriores como candidato à Presidência.
Joaquim Barbosa, anunciado pelo Democracia Cristã, é ex-ministro do STF responsável pela relatoria do processo do mensalão. Sua carreira incluiu atuação no Ministério Público e tramita em meio a disputas internas no DC.
Aldo Rebelo, também com chances no DC, foi deputado federal por décadas e ocupou ministérios durante governos anteriores. Sua candidatura esbarra em questões internas de apoio dentro da legenda, que ainda discute sua reintegração.
Entre os nomes, o PCdoB e outros partidos mantêm candidaturas em aberto, com decisões a serem confirmadas nas convenções. A lista final de postulantes só ficará definida após esse processo, com o prazo de registro chegando ao fim em agosto.
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