- Edinho Silva, presidente nacional do PT, disse que a permanência de Jaques Wagner na liderança do governo no Senado depende de uma conversa entre Wagner e o presidente Lula.
- A declaração foi dada ao programa VEJA em Foco após a operação da Polícia Federal que envolveu o Banco Master.
- O PT mantém confiança no senador e defende a presunção de inocência; a decisão será construída no diálogo com Lula.
- O partido defende a apuração completa das denúncias e que todos os fatos sejam investigados.
- Edinho afirmou que o caso não tem relação com o governo de Lula e que o governo não interfere nas investigações, ressaltando a autonomia das instituições.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a permanência do senador Jaques Wagner na liderança do governo no Senado depende de uma conversa entre Wagner e o presidente Lula. A declaração foi dada em entrevista ao programa VEJA em Foco, após a Polícia Federal ter o senador como alvo de investigações relacionadas ao Banco Master.
Edinho Silva disse que a coordenação da pré-campanha de Lula discutiu o episódio em reunião realizada nesta segunda-feira, 22, mas não houve deliberação sobre o futuro de Wagner. A decisão, segundo o dirigente, será construída em diálogo entre Wagner e Lula. O PT reiterou a confiança no senador até que haja comprovação em contrário.
O PT defende a apuração completa das denúncias envolvendo o Banco Master, com a expectativa de que todos os fatos sejam investigados. O partido afirmou que a história não tem relação direta com o governo de Lula e destacou o respeito à autonomia das instituições e a atuação independente da Polícia Federal.
Ponto de apoio institucional
Para Edinho, o episódio evidencia a autonomia do governo e o compromisso com a transparência. O presidente do PT afirmou que Lula não interfere em investigações e que todas as denúncias devem ser esclarecidas de acordo com os devidos procedimentos. A posição do PT é manter a confiança no senador até que haja conclusão oficial.
Entre na conversa da comunidade