- A Base Aérea de Lackland, no Texas, registrou um surto de gripe que atingiu 160 militares, com um óbito.
- Dois meses antes, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, suspendeu a obrigatoriedade de vacinação contra a gripe, abrindo espaço para que militares não se vacinassem.
- Apenas 40% dos militares optaram pela vacinação sob a nova regra, que modificou uma política vigente desde 1945.
- Com o surto em curso, o comando da base teve de reinstituir a vacinação como medida de contenção.
- Hegseth manteve a defesa da autonomia médica e da liberdade religiosa, ao justificar a medida como não obrigatória para o público militar.
O fim da obrigatoriedade de vacinação contra a gripe para militares desencadeou um surto na Base Aérea de Lackland, no Texas, afetando 160 soldados. Dois meses após a mudança na política, a doença ganhou força dentro da instalação.
A mudança foi anunciada em abril pelo secretário da Defesa à época, que alegou autonomia médica e liberdade religiosa para justificar a supressão da exigência de imunização. A decisão gerou críticas e foi seguida de debates sobre prontidão e proteção de pessoal.
Com apenas 40% dos militares optando pela vacinação, o surto se espalhou ao longo de três semanas, levando o comando da base a reverter a decisão e retomar a imunização como medida de contenção. Em meio à crise, houve registro de uma morte entre os afetados.
Historicamente, a vacinação contra a gripe era obrigatória para integrantes das Forças Armadas desde 1945, considerando as condições de vida em alojamentos comunitários. A recusa generalizada na base provocou a decisão de retomar a vacinação para conter o contágio.
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