- Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, defendeu Jaques Wagner e negou qualquer ligação de Wagner com o Banco Master, conforme a Folha de S.Paulo.
- Haddad afirmou ser testemunha de que Wagner atuou para bloquear os interesses do Master no Senado e disse que pode depor onde quiser.
- A PF investiga a atuação de Daniel Vorcaro, dono do Master, e aponta mensagens entre Wagner e Augusto Ferreira Lima em documento policial.
- A defesa de Wagner acionou o STF contra busca e apreensão autorizadas pelo ministro André Mendonça, alegando que Wagner foi contra a emenda Master, que aumentava a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito.
- A reportagem destaca que Wagner nega envolvimento em benefício do Master.
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou que Jaques Wagner não mantém relação com o Banco Master. A defesa de Wagner sustenta que o senador atuou para impedir os interesses da instituição, conforme apurado pela imprensa.
Wagner, líder do governo no Senado, foi alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga a atuação de Daniel Vorcaro, proprietário do Master. A PF aponta mensagens entre Wagner e Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro, em que há menções ao banco.
Desdobramentos judiciais
Na semana passada, a PF autorizou buscas e apreensões. A defesa de Wagner recorreu ao STF contra a decisão do relator André Mendonça. Um dos argumentos é que o parlamentar foi contrário à chamada emenda Master, que ampliava a cobertura do FGc de 250 mil para 1 milhão. Haddad reiterou que Wagner bloqueou os interesses do Master no Senado.
Entre na conversa da comunidade