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Lula assina decreto que cria ‘Serasa do celular roubado’

Lula assina decreto que cria o Banco Nacional de Celulares com Restrição, permitindo consulta por IMEI antes da compra e restrição gradual de aparelhos roubados

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio sobre o Programa Celular Seguro, na Base Aérea de São Paulo — Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que cria o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), parte do Programa Nacional Celular Seguro.
  • A pasta reúne dados de aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o país para facilitar controle e bloqueio.
  • Antes da compra, o consumidor poderá consultar o IMEI no sistema; aparelhos listados terão funções restritas aos poucos.
  • A iniciativa visa reduzir furtos de celular e ampliar a cooperação entre Estados, agências reguladoras e operadoras.
  • O cadastro inicial conta com 2,9 milhões de aparelhos aptos à recuperação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que cria o Banco Nacional de Celulares com Restrição, ao longo da segunda fase do Programa Nacional Celular Seguro. A iniciativa visa reduzir roubos e furtos de aparelhos.

A cerimônia ocorreu em Guarulhos, capital paulista, nesta terça-feira, 23. Lula afirmou que a medida vai mudar a forma de prevenir roubos de celular e contará com parceria entre estados, agências reguladoras e operadoras.

O BNCR reunirá informações sobre aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o país. Antes da compra, o cidadão poderá consultar o IMEI do dispositivo para verificar se está na lista.

A lista inicial já conta com 2,9 milhões de aparelhos aptos à recuperação. Dispositivos incluídos terão as funções restritas de forma gradual, dificultando novas aquisições.

Segundo o governo, a ferramenta busca reforçar a rastreabilidade de aparelhos e evitar o comércio de itens roubados, contribuindo para reduzir os gargalos de segurança. A implementação depende de integração entre os órgãos.

O anúncio faz parte de uma estratégia mais ampla de combate à criminalidade ligada ao uso de celulares, com atuação coordenada entre ministérios, reguladores e operadoras de telefonia.

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