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Lula defende manter medidas de combate à violência contra a mulher

Lula e Márcia Lopes acompanham mais de trinta PDLs que tentam derrubar medidas federais de combate à violência contra a mulher, em meio a cerca de sessenta normativos publicados

Parlamentares citam liberdade de expressão como motivo para mudar decretos do governo
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  • O presidente Lula e a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, estão atentos a mais de trinta Projetos de Decreto Legislativo que tramitam no Congresso para derrubar medidas federais de combate à violência contra a mulher.
  • O governo afirma ter editado cerca de sessenta medidas, entre decretos, protocolos, acordos e leis, com foco na proteção das mulheres em diversas esferas.
  • Do conjunto de ações, o decreto número doze mil e noventa e cinco, que detalha obrigações de provedores de internet e aplicativos, já recebe quatorze (treze) Projetos de Decreto Legislativo para alterar o texto.
  • Marina Pita, secretária-adjunta de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência, destacou a divulgação do Ligue setecentos e oitenta (Ligue 180) pelas plataformas após remoção de conteúdos misóginos e de violência.
  • O Ministério das Mulheres lançou a campanha “O Digital é Nosso Lugar” para orientar sobre as violências que ocorrem em ambiente virtual.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, manifestam preocupação com a atuação do Congresso. Mais de 30 Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) visam alterar medidas do governo federal contra a violência doméstica e sexual.

Segundo o governo, já foram editadas cerca de 60 medidas de proteção às mulheres, entre decretos, protocolos, acordos e leis, em diferentes esferas. A vigilância sobre esse conjunto de normas é garantida pelo Ministério das Mulheres.

Somente o decreto 12.975, que regula conteúdos contra mulheres na internet e em aplicativos, já acumula 13 PDLs que tentam modificar o texto elaborado pelo governo. A legislação busca ampliar a responsabilização de provedores e plataformas.

Marina Pita, secretária-adjunta de Políticas Digitais da Secom, comenta que uma das medidas consolidadas pelo decreto, assinado após os 100 primeiros de um pacto, é a divulgação do Ligue 180 pelas plataformas após remoção de conteúdos de ódio e violência.

O Ministério das Mulheres lançou a campanha O Digital é Nosso Lugar, com orientações sobre violências que ocorrem em ambientes virtuais e estratégias de proteção para as mulheres.

Contexto e impactos

A iniciativa governamental inclui ações para fortalecer a atuação institucional contra a violência, com foco em plataformas digitais e medidas de proteção. A tramitação dos PDLs é acompanhada de perto pela pasta e pelo Palácio do Planalto.

Especialistas mencionam que a oposição a determinadas normas pode impactar a efetividade de políticas públicas de combate à violência, especialmente em ambientes online e na responsabilização de provedores.

A coordenação entre governo federal e entidades representantes de mulheres continua, segundo o ministério, para enfrentar intercorrências legais sem desviar o foco da proteção às vítimas.

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