- O documentário “963 Dias”, de Bruno Barreto, estreia na sexta-feira para convidados em São Paulo e revisita o governo de Michel Temer após o impeachment de Dilma Rousseff.
- Temer assumiu a Presidência de forma definitiva em 31 de agosto de 2016, após o Senado aprovar o impeachment de Dilma Rousseff.
- Ele já ocupava o cargo interinamente desde 12 de maio de 2016, durante o afastamento da presidente.
- Seu governo, até 1º de janeiro de 2019, teve como eixo reformas econômicas, incluindo o teto de gastos e a reforma trabalhista, em meio a esforços para recuperar a economia.
- A posse de Temer foi alvo de críticas do PT e de movimentos de esquerda, que classificaram o impeachment como golpe, enquanto defensores afirmaram que o processo seguiu a Constituição.
O documentário dirigido por Bruno Barreto, intitulado 963 Dias, estreia nesta sexta-feira para convidados em São Paulo. A obra revisita o governo de Michel Temer após o impeachment de Dilma Rousseff.
O filme reconstrói o período em que Temer presidiu o Brasil, após assumir de forma definitiva em 31 de agosto de 2016. O vice-presidente eleito na chapa de Dilma em 2014 já ocupava a função interinamente desde 12 de maio daquele ano.
O governo de Temer teve vigência até 1º de janeiro de 2019. Entre as principais medidas, a agenda incluiu reformas econômicas como o teto de gastos e a reforma trabalhista, em meio a esforços para recuperar a economia após crise prolongada.
Contexto político e debatido
O impeachment de Dilma Rousseff gerou críticas de partidos de oposição, especialmente o PT, e de movimentos de esquerda, que vimos o classificarem como golpe, sem crime de responsabilidade comprovado. Defensores do processo afirmaram que o rito constitucional foi seguido.
A produção também aborda a visão dos apoiadores do impeachment, que sustentam a necessidade de mudanças para ajustar a economia e a institucionalidade. O filme, contudo, não expressa opiniões, apresentando relatos e dados para compreensão do período.
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