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Celina diz que vetos na lei do BRB seguem entendimento do STF

Vetos na lei do empréstimo ao BRB seguem entendimento do STF, mantendo o conteúdo original e retirando controles, ressarcimento e participação mínima do GDF

Celina diz que vetos em lei do BRB seguem entendimento do STF - (crédito: Matheus Borges/ Agência Brasília)
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  • Em evento no Clube Assefe, na quarta-feira (24/6), a governadora Celina Leão disse que alterações na sanção da lei do empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB preservam apenas o conteúdo originalmente pactuado.
  • Segundo ela, os trechos retirados não faziam parte do desenho original do acordo e os vetos refletem o que não estava no projeto.
  • A lei sancionada excluiu dispositivos que previam envio de informações detalhadas sobre condições financeiras e relatórios periódicos da operação pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.
  • Também foram retirados artigos que tratavam de ressarcimento ao governo pelos aportes e da manutenção de participação mínima do Governo do Distrito Federal nas ações com direito a voto do BRB.
  • Celina afirmou que a decisão teve como objetivo evitar ampliações em relação ao que já havia sido definido anteriormente.

Durante evento no Clube Assefe, no Setor de Clubes Esportivos Sul, nesta quarta-feira (24/6), a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, disse que as alterações na sanção da lei do empréstimo ao BRB seguem o entendimento do STF.

A lei que autoriza o empréstimo de 6,6 bilhões de reais ao Banco de Brasília passa por ajustes na sanção, mantendo apenas o conteúdo originalmente pactuado. Celina explicou que as mudanças não ampliam o que já havia sido acordado.

Segundo a governadora, os trechos removidos não faziam parte do desenho original do acordo. Ela afirmou que os vetos correspondem ao que não estava no projeto, preservando o conteúdo que já havia sido definido.

Vetos seguem entendimento do STF

O texto sancionado deixou de prever mecanismos de controle pela Câmara Legislativa do DF, incluindo envio de informações financeiras detalhadas e relatórios sobre a operação. Também não consta a obrigação de ressarcimento ao governo pelos aportes.

Além disso, o projeto retirou previsões sobre a manutenção de participação mínima do GDF nas ações com direito a voto do BRB. A decisão foi tomada para evitar ampliações em relação ao acordo anterior, diz Celina.

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