- Flávio Bolsonaro se propõe a apagar o “incêndio” que ajudou a estimular, ao buscar influência junto a autoridades americanas para conter danos políticos e econômicos ao governo brasileiro.
- Em 7 de maio, Lula esteve na Casa Branca e teve encontros com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, centrados em comércio e tarifas.
- Os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro teriam atuado junto a secretários do governo americano contrários à aproximação entre Trump e Lula, promovendo ações contra o Brasil.
- Uma das medidas cobradas foi classificar organizações criminosas brasileiras CV e PCC como terroristas; outra envolve monitorar as eleições de outubro para evitar fraudes que beneficiem Lula e o PT.
- Trump atendeu a demanda relacionada às organizações criminosas; Flávio antecipou que voltaria a Washington para falar contra o tarifaço anunciado pelo governo Trump em 2 de junho.
Foi registrado, na leitura de políticos e fontes internacionais, que Flávio e Eduardo Bolsonaro buscaram influenciar o posicionamento de Washington sobre o Brasil. A iniciativa ocorreu após encontros envolvendo o presidente Lula e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump.
O episódio iniciou com elogios mútuos entre Trump e Lula durante a passagem do brasileiro pela ONU em Nova York, no ano passado. Após o encontro, houve conversas por telefone sobre tarifas e combate ao crime organizado no período de fim de 2023.
Em 7 de maio deste ano, Lula foi recebido na Casa Branca com agenda sobre comércio e tarifas, considerado um momento-chave de aproximação entre os governos. Cerca de 19 dias depois, os irmãos Bolsonaro aproveitaram a pauta para se encontrar com Trump no Salão Oval com a participação de secretários dos EUA contrários à relação entre Lula e Trump.
Segundo relatos, o objetivo foi pressionar o governo americano a intervir em temas internos do Brasil. Entre as propostas discutidas estavam a classificação de organizações criminosas como terroristas e o monitoramento das eleições de outubro para evitar impactos contrários a Lula e ao PT. A prática já teria obtido apoio parcial de Trump, segundo as informações apuradas.
Apesar disso, Flávio e Eduardo negam qualquer relação com o novo tarifaço anunciado pelos EUA no início de junho. Em resposta, Flávio afirmou que voltaria a Washington para falar contra o tarifaço, alegando que o objetivo é evitar novas taxações sobre empresas brasileiras.
Abaixo, a síntese do que aconteceu: Flávio se ofereceu para apagar o incêndio político que teria contribuído a estimular, buscando afastar a pecha de traidor da Pátria e preservar a relação entre Brasil e Estados Unidos.
Fontes: Blog do Noblat, Metrópoles.
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