- No programa do Noblat da terça-feira, houve crítica ao que foi chamado de cinismo dos irmãos Bolsonaro em relação às tarifas dos EUA.
- Eduardo Bolsonaro teria transferido a culpa para o governo de Lula, dizendo que as medidas atuais oneram o cidadão brasileiro.
- A coluna sustenta que as medidas protecionistas anunciadas por Donald Trump teriam sido articuladas pela ala bolsonarista.
- Foi lembrado que houve comemoração prévia de um tarifaço de cinquenta por cento em mil e quinze (2025), posteriormente derrubado pela justiça americana.
- A matéria aponta que culpar Lula pela sanção estimulada pelos Bolsonaros representa uma distorção política.
No programa do Noblat, apresentado nesta terça-feira, 23, nos EUA, Flávio e Eduardo Bolsonaro foram apontados pela análise como envolvidos em críticas às tarifas anunciadas por Donald Trump. O foco foi a leitura sobre as recentes medidas protecionistas e quem as fomentou nos bastidores.
A coluna sustenta que Eduardo tenta transferir a responsabilidade pela tarifa para o governo Lula, alegando que a gestão atual pretende onerar o cidadão brasileiro. O texto destaca que a crítica não condiz com a prática política observada nos bastidores.
Segundo a análise, as medidas protecionistas de Trump teriam origem na articulação da ala bolsonarista, e não no governo eleito recentemente. O columnista relembra uma tarifa anterior de 50% comemorada por aliados, em 2025, que depois foi derrubada pela justiça americana, o que é usado para questionar a posição atual sobre a taxa de 25%.
O texto ressalta a acusação pública de culpar Lula pela sanção estimada como resultado de ações deflagradas por apoiadores dos Bolsonaro, apresentando o episódio como uma distorção política. A reportagem reforça a necessidade de checagem de versőes e de manter o foco nos fatos verificáveis.
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