- Jaques Wagner anunciou que deixará a liderança do governo no Senado, decisão tomada em comum acordo com o presidente Lula.
- A comunicação foi publicada nas redes sociais do senador após reunião no Palácio da Alvorada.
- Wagner informou que sua prioridade é provar a inocência e focar na reeleição de Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da própria reeleição ao Senado.
- Em dezoito de junho, a Polícia Federal realizou busca e apreensão nas residências de Wagner em Brasília e em Salvador, sob acusação de ter recebido vantagens do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.
- O senador negou irregularidades e afirmou estar absolutamente tranquilo em relação à investigação.
Jaques Wagner anunciou nesta quarta-feira (24) que deixará a liderança do governo no Senado. A decisão foi comunicada pelas redes sociais do senador e teve o respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião no Palácio da Alvorada.
Wagner informou que a saída ocorre em comum acordo com Lula e que, neste momento, prioriza esclarecer a situação e apoiar a reeleição de Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, bem como a própria candidatura ao Senado ao lado de Rui Costa. A mensagem enfatiza continuidade do projeto político.
Contexto das investigações
No dia 18 de junho, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências do senador em Brasília e em Salvador. As ações estão ligadas a acusações de recebimento de vantagens de Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.
Wagner negou irregularidades em entrevista à Band News nesse mesmo dia, afirmando estar tranquilo diante das investigações. Não há confirmação de fatos adicionais divulgados pela PF até o momento.
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