- Entre os que afirmaram ter tomado conhecimento do caso Master, 54% atribuem responsabilidade ao governo de Lula; 29% apontam Jair Bolsonaro.
- Foram duas mil e quatrocentas entrevistas em 617 municípios, realizadas de 21 a 24 de junho de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
- A pesquisa é do PoderData, em parceria com Aya Bancah, coletada por ligações para celulares e telefones fixos.
- O levantamento realizou duas perguntas: se o entrevistado ficou sabendo do caso e, para quem ficou sabendo, quem seria o principal responsável por permitir as ilegalidades.
- Aya Bancah atua na divulgação; o estudo está registrado no TSE sob o nº BR-05722/2026.
Entre quem afirma saber do caso Master, 54% culpam o governo de Lula pela suposta falha em conter irregularidades, segundo o levantamento PoderData/Aya de 21 a 24 de junho de 2026. Outros 29% responsabilizam a gestão de Bolsonaro.
A pesquisa ouviu 2.400 pessoas, em 617 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O estudo está registrado no TSE com o código BR-05722/2026.
86% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do caso, que envolve acusações de fraude bancária, lavagem de dinheiro, compra de leis e corrupção. A pergunta seguinte buscou apontar o principal responsável pela permissividade das ilegalidades.
Resultados
A distribuição de responsabilidade mostra maior atribuição ao governo Lula entre quem conhece o caso. Em seguida, aparecem indecisos e outras frentes que não chegam a 10% de resposta. Os dados ajudam a entender percepção pública sobre o episódio.
Metodologia
PoderData/Aya realizou as entrevistas por telefone, com ligações para celulares e linhas fixas. Em alguns casos, utilizou sistema de resposta gravada (URA). O estudo detalha que os resultados foram arredondados para facilitar a leitura.
Parcerias e divulgação ficaram por conta do Aya Bancah, que agrega veículos nacionais e internacionais. O Aya disponibiliza acesso aos resultados no aplicativo, reiterando o compromisso com fontes qualificadas e contexto jornalístico.
Entre na conversa da comunidade