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Márcio França será vice de Haddad em SP, Lula busca convencer Marília em Minas

Márcio França será vice de Haddad em São Paulo; Lula tenta convencer Marília Campos a disputar o governo de Minas, onde PT encara encruzilhada

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) está na liderança na disputa pelo governo de São Paulo seuido do ex-governador Márcio França (PSB) e do ex-ministro Tarcisio de Freitas (Republicanos)
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  • Márcio França (PSB) será vice na chapa de Fernando Haddad ao governo de São Paulo; no Estado, França discutia a senadora, com desfecho de manter a candidatura ao Bandeirantes para a centro‑esquerda diante das desistências de concorrentes.
  • Em Minas Gerais, Lula tenta convencer a ex‑prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), a disputar o governo, mas ela resiste e afirma ter only disponibilidade para o Senado.
  • No Senado de São Paulo, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) vão disputar vagas, enquanto França buscava fortalecer a chapa paulista com um suplente masculino.
  • O vice‑presidente Geraldo Alckmin atuou para construir a dobradinha com Haddad, mas não houve acordo com o nome desejado pela coordenação do PT.
  • Em Minas, o PT enfrenta dilema estratégico com a ausência de palanque definido para Lula, diante da pressão interna para lançar candidatura própria ao governo.

Após semanas de negociações, o possível palanque de Lula no segundo maior colégio eleitoral do país ganhou contornos definitivos em São Paulo. Márcio França, ex-PSB, será vice na chapa de Haddad ao Governo de SP. Em Minas, a força-tarefa presidencial ainda busca convencer Marília Campos a disputar o governo.

A decisão foi anunciada nesta semana, em meio a movimentos internos do PT e de aliados. França aceitou a dobradinha após exigências de composição que incluíam cenários com centro e apoio a um eventual segundo turno. A definição ocorreu em meio a outras avaliações de alianças regionais.

Enquanto SP define a chapa, Minas continua em aberto. Lula tenta persuadir Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, a entrar na disputa. Ela resiste à pressão interna, defendendo manter-se na posição atual e afirmando que sua disponibilidade é para o Senado, se houver consenso.

Em São Paulo

Para a disputa paulista, França aceitou o posto de vice na chapa de Haddad. O movimento ocorre após a desistência de adversários de peso na arena estadual, o que favorece a configuração de uma frente que busque o segundo turno contra Tarcísio de Freitas, favorito no cenário atual. Alckmin também influenciou as tratativas em favor da dobradinha.

Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) aparecem como possibilidades para o Senado, mas a direção avaliou que ambas poderiam se articular para outros caminhos. O estudo direto apontou riscos de retirada de votos ou de silenciamento de cargos caso aceitassem o desafio.

Em Minas

A dúvida central é quem ocuparia o espaço do PT no governo mineiro. Marília Campos sinalizou que não pretende disputar o governo, considerando a posição como um “equívoco estratégico” do partido. Ela afirma ter deixado a prefeitura de Contagem para concorrer ao Senado, caso haja viabilidade.

O PT mineiro encara pressão para construir palanque pró-Lula, diante do histórico de vitória em Minas desde a redemocratização. O partido ainda não consolidou apoio público a candidatura de outro nome, e projetos com ex-gestores localizados seguem em avaliação.

Movimentações e contexto

Além das articulações regionais, houve mudanças de comando no governo federal. Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado, após investigação da PF ligada ao Banco Master. A saída foi comunicada pouco antes de o país entrar em jogo decisivo na agenda esportiva, conforme cronograma recente.

No gabinete da Secom, Sidônio Palmeira coordenou a comunicação para minimizar impactos de notícias negativas em meio a eventos esportivos nacionais. A estratégia visou manter o foco público em conteúdos relevantes para a gestão federal.

Fonte: apuração a partir de declarações de assessorias e rodas de conversa com aliados.

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