- O pré-candidato Flávio Bolsonaro prepara um programa totalmente direcionado às mulheres, com foco na proteção e na autonomia financeira.
- O plano terá três eixos: proteção, oportunidades (incluindo empreendedorismo) e economia do cuidado, buscando reduzir a violência contra mulheres por meio da independência econômica.
- Lideranças da direita vão a Brasília, na próxima quarta, para ouvir propostas, sugerir melhorias e ajudar na divulgação, com participação confirmada de senadoras e deputadas.
- Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, coordena as propostas e pode integrar a equipe econômica caso Flávio seja eleito.
- O lançamento está previsto para julho; a pauta também discute medidas associadas à segurança, como o uso de tornozeleiras, e a debatida economia do cuidado, estimada em 8,5% do PIB.
O pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) prepara um plano totalmente voltado ao público feminino, com foco em proteção e autonomia financeira. A estratégia surge após o lançamento de um programa de segurança pública com medidas para mulheres.
A equipe de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, coordena as propostas e deve compor a equipe econômica caso o deputado seja eleito. A ideia é estruturar o conteúdo para as eleições de 2026.
A campanha acompanha o contexto recente de relatos da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que gerou preocupação entre eleitores mulheres. A equipe busca manter o foco técnico e objetivo.
Reunião em Brasília e participação de lideranças
Na próxima quarta-feira, 1º, lideranças da direita participam de uma reunião em Brasília para ouvir propostas e discutir divulgação. Estarão presentes senadoras e deputadas ligadas ao apoio ao grupo.
Entre as participantes estão Tereza Cristina, Damares Alves, Bia Kicis e Simone Marquetto, além de outras autoridades. O objetivo é alinhavar sugestões para o programa sem antecipar conteúdos.
O programa, ainda sem nome, deve ser lançado em julho. Vai apresentar três eixos: proteção, oportunidades e cuidado. O foco é reduzir a violência contra mulheres e ampliar a independência econômica.
A meta é incluir medidas para empreender, incentivar startups e fortalecer a autonomia financeira feminina. A proposta também dedicará uma seção à economia do cuidado, com impactos sobre trabalho doméstico e proteção a familiares.
A equipe aponta que a economia do cuidado representa cerca de 8,5% do PIB, segundo estimativas usadas para embasar o diagnóstico do plano. A ideia é reconhecer e distribuir melhor essas responsabilidades.
Para o planejamento, o projeto também considera medidas associadas à segurança, como ampliar o uso de instrumentos de proteção. A construção do conteúdo visa apresentar ações práticas e verificáveis.
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