- A Polícia Federal concluiu que Flávio Bolsonaro caluniou Lula ao associá-lo a crimes como tráfico de drogas e terrorismo; o relatório foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF.
- A PF afirma que, com a postagem, Flávio imputou falsamente a Lula crimes como tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro, reconhecidos pela lei brasileira.
- O inquérito foi aberto por ordem de Moraes em abril, após a PF apresentar representação; o Ministério Público pode apresentar denúncia por calúnia se entender cabível.
- A apuração acompanhou publicações de Flávio após a prisão de Nicolás Maduro, ligando Lula a atos ilícitos e ao Foro de São Paulo, com a PF destacando a menção à colaboração premiada.
- Pedidos de Flávio durante a investigação, como oitiva de Lula e de María Corina Machado e requisição de documentos de EUA, foram rejeitados por Moraes e pela autoridade responsável; defesa não se manifestou até a publicação.
A Polícia Federal concluiu que o senador Flávio Bolsonaro caluniou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao associá-lo a crimes como tráfico de drogas e terrorismo. O relatório foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF.
A apuração, aberta por Moraes em abril, acompanha publicações de Flávio depois da captura de Nicolás Maduro. O material liga Lula ao que o texto classifica como tráfico internacional, armas, lavagem de dinheiro, entre outros crimes.
A PF afirma que a postagem imputou falsamente a Lula condutas criminosas e aponta autoria do senador. O caso foi enviado a Moraes para apreciação e eventuais providências, incluindo eventual denúncia pelo Ministério Público.
Desdobramentos
Flávio fez pedidos incomuns durante a apuração, como oitiva de Lula, de María Corina Machado, e a requisição de documentos de tribunais americanos sobre Maduro. Delegado responsável e Moraes rejeitaram as solicitações por entenderem que não cabiam na fase de investigação.
A defesa de Flávio Bolsonaro não respondeu até a publicação. O Ministério Público ainda pode se manifestar ou apresentar denúncia conforme apure o andamento do caso.
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