- O governo lançou ações preparatórias para o Primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua, realizado pelo IBGE, para subsidiar políticas públicas e ampliar direitos.
- A fase inicial do censo acontece em cinco capitais, cobrindo um município por região: Belo Horizonte, Goiânia, Florianópolis, Manaus e Salvador.
- O levantamento mudará a metodologia ao incluir pessoas sem domicílio fixo pela primeira vez desde 1872, com os primeiros resultados em dezembro de 2028.
- O objetivo é mapear o perfil demográfico e socioeconômico dessa população de forma padronizada em todo o país.
- Autoridades destacam a importância do censo para dar visibilidade aos moradores de rua e aprimorar a formulação de políticas públicas, reconhecendo limitações de contagens anteriores.
O governo federal lançou, em Brasília, as ações preparatórias para o primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua, a ser realizado pelo IBGE. O evento ocorreu no Palácio da Justiça, sede do MJSP, com foco em direitos, acesso a serviços e proteção social.
O censo mapeia, de forma padronizada, o perfil demográfico e socioeconômico dessa população, para subsidiar políticas públicas. A etapa inicial ocorrerá em 5 capitais: Belo Horizonte, Goiânia, Florianópolis, Manaus e Salvador.
Capitais e metodologia
Márcio Pochmann, presidente do IBGE, explicou que a iniciativa rompe com a metodologia de censo baseada apenas em domicílios fixos desde 1872. O objetivo é incluir brasileiros sem domicílio fixo nos indicadores oficiais.
Cronograma e expectativas
Entre 3 e 7 de julho de 2028 está previsto o censo nacional da população em situação de rua. Os primeiros resultados devem ser divulgados em dezembro do mesmo ano, trazendo dados para orientar políticas públicas com maior embasamento.
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