- PF e PGR devem rejeitar a delação de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, que pretendia firmar acordo de colaboração com o grupo investigado.
- A expectativa é de nova negativa, já que não haveria elementos suficientes para sustentar os acordos, incluindo uma possível delação cruzada entre Zettel e Vorcaro.
- Zettel está preso preventivamente desde março de 2025, sob suspeita de intermediar pagamentos e ações do grupo “A Turma” ligado ao Banco Master.
- O empresário contratou o advogado Celso Vilardi para apresentar a proposta, mas a linha de defesa não deve prosperar.
- As apurações fazem parte da operação Compliance Zero, que desde novembro de 2025 já resultou em prisões, buscas e apreensões, além de bloqueios de valores relacionados ao Master.
A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) devem rejeitar a delação apresentada pelo pastor Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. A expectativa é de que também não prosperem as propostas de Vorcaro e do ex-presidente do BRB, já recusadas anteriormente. A apuração não identificou elementos suficientes para sustentar os acordos de colaboração.
Zettel, que está preso preventivamente desde março de 2025, é investigado por supostos pagamentos e pela intermediação de ações do grupo associado a Vorcaro, apontado como operador do fundador do Banco Master. O caso envolve tentativas de cruzar informações e estratégias de defesa, com o cunhado abrindo mão de parte das tratativas para uma nova proposta de delação.
Na prática, a linha de apuração segue com o foco na Operação Compliance Zero, que mira fraudes no Master e investiga vínculos com autoridades públicas e integrantes do setor financeiro. A PF já realizou diversas fases, com prisões, buscas e bloqueios de ativos, além de apuração sobre possíveis pagamentos de propina em operações no BRB e no âmbito do STF.
Contexto da apuração e desdobramentos recentes indicam que as investigações seguem com cautela, buscando elementos robustos para fundamentar colaborações. A defesa de Vorcaro e de vinculados segue ativa, enquanto novas delações ainda não apresentam dados suficientes para avançar no acordo.
Entre na conversa da comunidade