- A nova presidente do INSS, Ana Cristina Silveira, confirmou pedido emergencial de duas mil vagas para um novo concurso em 2027, com trezentas nomeações previstas para este ano.
- O déficit de pessoal é citado pela gestão, que aponta a reposição ideal de dez mil servidores, mas admite que chegar a esse patamar no curto prazo é difícil.
- O pedido emergencial corresponde a vinte por cento das dez mil vagas iniciais; o INSS solicitou oitocentos e cinquenta e uma vagas para técnico do seguro social e mil quatrocentos e noventa e nove para analista do seguro social.
- A autorização depende do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e pode ocorrer até julho, com decisão prevista até o dia três de julho devido ao período eleitoral.
- Caso seja autorizado, a prioridade será fortalecer o atendimento presencial nas agências, com estudos sobre ampliar a presença de servidores nas unidades, sem descartar o uso do trabalho remoto.
Ana Cristina Silveira, nova presidente do INSS, confirmou pedido emergencial para a realização de um novo concurso. Serão 2 mil vagas em 2027, além das 300 nomeações já previstas para este ano. A declaração foi dada à Folha de São Paulo.
O objetivo é recompor o quadro de servidores diante do aumento da demanda por atendimento. A gestão reconhece que alcançar o patamar de 10 mil vagas é difícil no curto prazo, mesmo defendido pelo ministro Wolney Queiroz.
O INSS planeja submeter o pleito ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O pedido de 2 mil vagas representa 20% das 10 mil vagas inicialmente avaliadas pela autarquia.
A composição das vagas e salários
Foram solicitadas 8.501 vagas para técnico do seguro social e 1.499 para analista do seguro social. O cargo de técnico exige nível médio, com vencimento inicial de cerca de R$ 6.041,63. O analista exige nível superior, com vencimento inicial de aproximadamente R$ 9.371,30.
Segundo apurações, há expectativa de autorização do concurso até julho. O governo trabalha com o prazo até o início do período eleitoral, em 4 de julho, para definir o aval do MGI.
Caso autorizado, o INSS priorizará o atendimento presencial nas agências. Há estudo sobre ampliar a presença de servidores nas unidades, mantendo, contudo, o trabalho remoto em determinadas atividades.
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