- Edinho Silva, presidente do PT, esteve em Contagem, Minas Gerais, no fim de semana para conversar com a ex-prefeita Marília Campos.
- A ida não solucionou a criação de um palanque para Lula no estado.
- A reunião, descrita como franco, pacífico e sereno, durou mais de duas horas e houve convite formal a Marília para considerar a candidatura.
- Marília Campos é pré-candidata ao Senado em arranjo validado pelo PT e tem sido alvo de pressão para disputar o governo de Minas; o partido avalia possibilidades, com Lula servindo de árbitro final.
- A ex-prefeita mantém posição de disputar o Senado e defende frente ampla em Minas; houve críticas internas a agendas com outros pré-candidatos, e o PT continua estudando cenários para o governo estadual.
Edinho Silva, presidente do PT, viajou a Contagem, Minas Gerais, no fim de semana a pedido de Lula para tratar da possível montagem de palanque do PT no estado. A visita ocorreu neste domingo (28) e contou com a participação de Marília Campos, ex-prefeita da cidade.
O objetivo do encontro foi discutir a posição de Marília Campos, que é pré-candidata ao Senado em um arranjo validado pelo PT. O tom da reunião foi descrito como reflexivo, com sinais de que as partes pretendem reduzir tensões.
O encontro foi franco, pacífico e sereno, com mais de duas horas de conversa. Não houve fechamento de cenários, mas aliados avaliam que a reunião pode incentivar Marília a reavaliar a resistência.
Durante o diálogo, Edinho e Leninha, presidente estadual do PT, fizeram o convite a Marília e apresentaram ponderações da direção nacional e da direção estadual sobre a possibilidade de ela disputar o Governo de Minas.
Marília participou de uma pesquisa interna do PT que reforçou o impulso por uma candidatura própria no estado. Outros nomes testados no levantamento mostraram menor viabilidade.
Marília manteve sua posição de disputar o Senado, defendendo que o PT necessita abrir uma frente ampla em Minas. O tema deverá ser levado novamente à discussão com Lula, que atua como árbitro das disputas internas.
A ex-prefeita já criticou a insistência do PT na candidatura estadual, apontando diferenças estratégicas. Ela também foi alvo de críticas internas por agendas e fotografias com outros pré-candidatos.
Na agenda recente, Marília participou de eventos em Montes Claros, onde criticou a ideia de unidade apenas com o lançamento de um nome governista, fortalecendo a tese de alianças amplas no estado.
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