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Aliado de Flávio pede Magnitsky contra Moraes e Gilmar no lugar do tarifaço

Paulo Figueiredo pede à USTR Magnitsky contra Moraes e Gilmar para substituir tarifaço, antes da audiência pública de seis de julho em Washington

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes
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  • Paulo Figueiredo, aliado de Flávio Bolsonaro, pediu aos Estados Unidos que apliquem a Lei Magnitsky contra os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
  • O documento foi enviado em 1º de julho, defendendo que sanções individuais substituam o tarifaço proposto sobre produtos brasileiros.
  • Figueiredo está inscrito para a audiência pública da USTR, prevista para 6 de julho em Washington, para tratar da proposta de tarifas.
  • A CNN informou que a equipe de Moraes e a de Gilmar Mendes ainda não se posicionaram sobre o pedido.
  • Também em 1º de julho, Flávio enviou aos EUA um documento defendendo a suspensão do tarifaço e a abertura de negociações bilaterais; segundo ele, as tarifas dariam vitória política ao governo brasileiro e prejudicariam a economia dos EUA.

O empresário Paulo Figueiredo, aliado do senador Flávio Bolsonaro, enviou um documento aos Estados Unidos nesta quarta-feira, 1º, pedindo que a Lei Magnitsky seja aplicada contra os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. A iniciativa visa, segundo o texto, substituir o eventual tarifaço que afeta produtos brasileiros.

Figueiredo está inscrito para falar na audiência pública da USTR, prevista para 6 de julho, em Washington. O objetivo é discutir a proposta de tarifas contra o Brasil, com a participação de representantes de diferentes setores, incluindo a defesa de medidas contra autoridades brasileiras.

A CNN tentou ouvir os gabinetes de Moraes e Mendes; não houve resposta até o fechamento desta edição. Na mesma semana, Flávio Bolsonaro encaminhou outro documento aos EUA sobre o tarifaço, apontando que a continuidade das taxas seria uma vitória política para o governo de Lula e prejudicaria relações econômicas entre os dois países.

O texto enviado ao governo americano sustenta que a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes e Mendes serviria para desviar o foco do tariffão e manter negociações bilaterais. A peça ainda afirma que as tarifas propostas prejudicariam a economia dos EUA e os brasileiros que buscam cooperação comercial com o país.

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