- A PF aponta Márcio José Matos de Souza, o Márcio Poncio, como alvo de prisão na quinta fase da Operação Unha e Carne, investigando sua possível participação na Máfia do Cigarro.
- Charles Guilherme Costa de Vasconcellos é apontado como laranja do pastor e operador de Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, chefe do esquema.
- Vasconcellos é sócio da Comercial 8, empresa ligada à distribuição de cigarros ilegais; a PF afirma que ele compra, vende a mercadoria abaixo do mínimo legal e emite notas para mascarar a fiscalização.
- O empresário também é acusado de receber depósitos em dinheiro decorrentes da venda de cigarros clandestinos, segundo a Justiça, mantendo sociedade com Adilsinho para o monopólio do comércio ilegal.
- Márcio Poncio foi preso em um flat no Grand Hyatt, na Barra da Tijuca, e é pai da deputada estadual Sarah Poncio e do cantor Saulo Poncio; a investigação envolve repasses de dinheiro de Adilsinho a políticos fluminenses.
A PF apontou que o laranja do pastor Márcio Poncio, Charles Guilherme Costa de Vasconcellos, atua como operador de Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, no esquema conhecido como Máfia do Cigarro. Vasconcellos é citado em ligação societária com empresas do grupo e figura na investigação na quinta fase da Operação Unha e Carne.
Poncio foi preso na manhã desta quinta-feira em um flat do Grand Hyatt, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. A ação mira repasses de dinheiro de Adilsinho a políticos fluminenses, ampliando o escopo da apuração.
A PF já havia apontado Vasconcellos como sócio da Comercial 8, empresa ligada à distribuição de cigarros ilegais. A corporação afirma que a firma atua comprando e vendendo a mercadoria abaixo do mínimo legal e emitindo notas para mascarar a fiscalização.
Segundo a Justiça, Poncio e sócios atuam com preços predatórios, mantendo o esquema por meio de várias empresas com o mesmo objeto social. Vasconcellos já era alvo de investigações anteriores por ligação com Poncio.
Histórico: Vasconcellos integrou a Planalto Indústria e Comércio de Cigarros e, em 2019, transferiu quotas para a esposa de Poncio e para o genro do pastor. A PF identifica essa rede como parte do fluxo financeiro do grupo.
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