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Nova lista do bicho circula com celular de Bacellar e assusta políticos do RJ

PF conecta Bacellar e Adilsinho a listas de doações e lavagem de capitais, alimentando temores políticos no Rio e reavivando a memória da lista do bicho

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  • Novas investigações da PF associam Rodrigo Bacellar e Adilson Oliveira Coutinho Filho a registros de supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e contabilidade ligada à lavagem de capitais.
  • As ações “Unha e Carne” e “Fumus” conectam a antiga “lista do bicho” a desdobramentos recentes no estado do Rio de Janeiro.
  • Adilsinho, considerado o mais sanguinário dos capos do jogo do bicho, foi preso após ficar aproximadamente um ano foragido, em operação que utilizou drones e helicóptero em Cabo Frio.
  • A apuração acompanha diálogos no celular de Bacellar que já levaram à prisão de um juiz federal e de um ex-deputado da Alerj, aumentando o temor entre políticos.
  • A narrativa contextualiza a evolução da contravenção, mencionando a lista de Castor de Andrade dos anos noventa para explicar o avanço do crime organizado ligado ao jogo do bicho.

A Polícia Federal investiga uma nova frente ligada às operações Unha e Carne e Fumus, no Rio de Janeiro. As apurações envolvem o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, ambos presos em penitenciárias federais. As provas incluem registros de supostos pagamentos, doações eleitorais e contabilidade ligada à lavagem de capitais.

As informações indicam que listas encontradas com Adilsinho mencionam doações e relações com o esquema de apostas ilegais, além de ligações com políticos. A PF afirma que esses documentos apontam para pagamento de vantagens e controle financeiro nas atividades ilícitas.

A investigação se conecta a narrativas históricas do jogo do bicho, como a lista apreendida na década de 1990 envolvendo Castor de Andrade. A série Vale o Escrito, da Globoplay, também é citada como referência do fortalecimento dessas organizações e da violência associada aos pontos de jogo.

Adilsinho, descrito por autoridades como o mais sanguinário dos líderes do jogo do bicho, chegou a ficar foragido por cerca de um ano. A captura ocorreu em Cabo Frio, com uso de drones e helicóptero, após denúncias sobre uma rede de proteção policial.

O caso coincide com desdobramentos de conversas no celular de Bacellar que já resultaram na prisão de um juiz federal e de um ex-deputado da Alerj. O ministro Gilmar Mendes chegou a mencionar a existência de parlamentares que recebiam apoio financeiro do jogo do bicho.

Contexto histórico e desdobramentos

As novas evidências reforçam a relação entre a contravenção e o poder político, ampliando o quadro de risco para a política fluminense. Autoridades ressaltam que as investigações seguem para cruzar dados eleitoreiros com operações de lavagem de capitais.

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