- A Comissão Executiva Nacional do PT se reúne em Brasília nos dias 2 e 3 de julho de 2026 para discutir a partilha do Fundo Eleitoral.
- Setores da sigla, incluindo jovens e integrantes da comunidade LGBTQIA+, buscam garantir 5% do fundo de 2026, e o que será reservado para a campanha de Lula não entra nessa conta.
- O PT receberá R$ 615 milhões do fundo em 2026, o segundo maior valor, atrás do PL, que terá R$ 881,7 milhões.
- Ao todo, 30 partidos receberão R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral em 2026, mantida a mesma quantia de 2022.
- O Tribunal Superior Eleitoral manteve, em 1º de julho, os limites de gastos para candidaturas em 2026; no PSOL, Erika Hilton criticou a distribuição de recursos, alegando tratamento desigual a candidaturas negras, transexuais e periféricas.
A Comissão Executiva Nacional do PT se reúne nesta quinta (2 jul) e sexta-feira (3 jul) em Brasília para debatê-la partilha dos recursos do Fundo Eleitoral 2026. O tema é prioridade nas discussões para definir a distribuição entre alas da sigla.
Setores da sigla defendem assegurar 5% do fundo para candidaturas setoriais, incluindo jovens e pessoas LGBTQIA+. A definição não considerará o que será reservado para a campanha do presidente Lula, que mantém a previsão de recebimento no total de 615 milhões de reais em 2026.
O PT recebe, em 2026, o segundo maior montante do Fundo Eleitoral, atrás do PL, com 615 milhões de reais. Ao todo, 4,9 bilhões de reais serão distribuídos entre 30 partidos. O teto de gastos para campanhas já foi mantido pelo TSE para o mesmo ano.
Psol
Há preocupação com a distribuição de recursos em outras siglas, como o Psol. Em 23 de junho, Erika Hilton disse que a direção do partido teria descumprido acordos eleitorais ao distribuir recursos de forma desigual, prejudicando candidaturas negras, transexuais e periféricas.
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