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Randolfe defende PEC da Segurança e critica articulação contra soberania

Líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, defende a PEC da Segurança, aponta impacto fiscal de até R$ 60 bilhões e critica articulações externas

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  • Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, defende a PEC da Segurança para atualizar a atuação da Polícia Federal no combate ao crime organizado transnacional.
  • Ele critica interferência externa e classifica a tentativa de entender facções como o PCC e o Comando Vermelho por órgãos dos Estados Unidos como conspiração.
  • Segundo o senador, se a oposição estivesse interessada no tema, já teria avançado a votação da PEC no Congresso.
  • A votação da aposentadoria especial para agentes de saúde foi adiada, com impacto fiscal estimado entre 40 bilhões e 60 bilhões de reais, mantida a responsabilidade fiscal.
  • Randolfe detalha o aumento do teto do MEI, de 81 mil para 110 mil, com perspectiva de 140 mil posteriormente, como contrapartida econômica às mudanças nas relações de trabalho.

O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, foi o convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira. Na entrevista, ele defendeu a PEC da Segurança Pública e criticou tentativas de interferência externa no Brasil, apontando a necessidade de atuação institucional da Polícia Federal no combate ao crime organizado.

Randolfe afirmou que o combate às facções criminosas é uma guerra que depende das instituições brasileiras e da soberania nacional. Ele recebeu o questionamento sobre a classificação de facções como PCC e Comando Vermelho por órgãos dos Estados Unidos, chamando a ideia de conspiração. O senador disse que, se a oposição quer enfrentar o crime, precisa avançar com a PEC no Congresso.

Pautas fiscais e críticas à agenda

O senador destacou que o adiamento da votação sobre a aposentadoria especial para agentes de saúde pode gerar impacto fiscal entre 40 bilhões e 60 bilhões de reais. Randolfe ressaltou a necessidade de encontrar fontes para pagar as reivindicações, mantendo o equilíbrio entre proteção social e responsabilidade fiscal.

Ele enfatizou que despesas públicas devem ter fonte de custeio previamente anunciada, conforme princípio constitucional. Segundo Randolfe, é preciso preservar as finanças públicas enquanto se atende às categorias que reivindicam direitos.

Novo teto para o MEI

Na entrevista, Randolfe detalhou o projeto de aumento do limite de faturamento do MEI, atualmente em 81 mil reais. A proposta prevê escalonamento para 110 mil reais, com etapa adicional para 140 mil reais no futuro. O senador aponta a medida como contrapartida econômica às mudanças nas relações de trabalho, como redução da jornada semanal.

O capítulo sobre o MEI integra a linha de medidas para modernizar o ambiente de negócios e acompanhar a evolução do mercado formal, segundo o relator.

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