- 50% dos entrevistados prefere pagar menos impostos e contratar serviços privados de educação e saúde; 44% defendem pagar mais e receber serviços gratuitos.
- Em 2022, houve empate técnico: 46% tinham opção pela redução de impostos e contratação de serviços privados, e 48% pela cobrança maior para serviços gratuitos.
- Entre homens, 56% preferem pagar menos impostos, enquanto 39% defendem pagar mais; entre mulheres, 44% escolhem pagar menos e 50% pagar mais.
- Entre evangélicos, 56% preferem pagar menos impostos e 37% pagar mais; entre católicos, as duas opções aparecem empatadas, com 47% cada.
- No recorte por intenção de voto, 35% dos eleitores de Lula optam por pagar menos impostos e 65% dos eleitores de Flávio Bolsonaro; para pagar mais, 59% dos eleitores de Lula e 29% dos eleitores de Flávio.
Mais brasileiros preferem pagar menos impostos e contratar serviços privados de educação e saúde do que pagar mais impostos para ter serviços públicos gratuitos. Em levantamento recente, o Datafolha aponta 50% nessa primeira opção e 44% na segunda, com 6% não souberam responder. Em 2022, havia empate técnico: 46% versus 48%.
A pesquisa traz recorte por gênero e religião para entender variações. Entre homens, 56% preferem pagar menos impostos, frente 39% que defendem pagar mais. Entre mulheres, 44% escolhem pagar menos e 50% defendem pagar mais. Evangélicos mostram 56% pela opção de pagar menos e 37% pela alternativa de pagar mais. Católicos aparecem com empate em 47% para cada lado.
Perspectivas por renda e voto
Entre eleitores de Lula, 35% optam por pagar menos impostos, enquanto 65% defendem pagar mais para receber serviços gratuitos. Entre apoiadores de Flávio Bolsonaro, 65% preferem pagar menos impostos e 29% pagariam mais. A opção de liberar serviços gratuitos tende a acompanhar apoio ao político de esquerda, segundo o levantamento.
Contexto e dados adicionais
O estudo mostra que, entre as duas propostas, a diferença é menor entre católicos, com empate técnico. A preferência por menos impostos continua mais presente entre homens jovens e em determinados grupos religiosos, enquanto o apoio político influencia as escolhas de bolso relacionadas a impostos.
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