- Dezenas de bens do Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, desapareceram, incluindo móveis, obras de arte e utensílios da antiga residência oficial dos governadores de Minas Gerais.
- A Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa realizou vistoria no local e cobra esclarecimentos sobre o sumiço.
- Parlamentares protocolaram no Tribunal de Contas do estado uma representação para apurar os fatos; o caso também será encaminhado ao Ministério Público.
- O Palácio das Mangabeiras, inaugurado em mil novecentos e cinquenta e cinco, foi residência oficial até 2019; hoje recebe atividades culturais, turísticas e visitação pública.
- Em nota, o governo de Minas informou que os bens foram inventariados e permanecem sob o controle da administração pública estadual.
Dezenas de bens do Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, sumiram do patrimônio do espaço. Entre os itens estão móveis, obras de arte e utensílios da antiga residência oficial dos governadores de Minas Gerais. O caso ganhou publicidade após a vistoria da Comissão de Cultura da Assembleia.
Parlamentares protocolaram uma representação no Tribunal de Contas do estado para apurar os fatos. O documento também será encaminhado ao Ministério Público, com pedidos de apuração e responsabilização conforme o andamento das investigações. A natureza do sumiço ainda não foi detalhada.
O Palácio das Mangabeiras foi inaugurado em 1955 e serviu como residência oficial até 2019. Desde então, o espaço passou a receber atividades culturais, turísticas e visitas públicas. Em nota, o governo de Minas informou que os bens estão inventariados e sob controle da administração estadual.
Investigação e próximos passos
A solução envolve apurações do TCE e eventual atuação do Ministério Público, com a finalidade de esclarecer origem, destinação e regularização dos itens desaparecidos. A administração estadual assegura que o inventário está atualizado e que os bens permanecem sob supervisão pública.
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