- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que preocupa a interferência dos EUA nas investigações sobre organizações criminosas brasileiras.
- A PF informou que a operação contra brasileiros sancionados pelos Estados Unidos por elos com a facção PCC já tinha sido planejada antes da sanção, e precisou ser antecipada por causa da divulgação das sanções.
- Durigan ressaltou o compromisso do Brasil no combate a essas organizações e fontes de violência social no país.
- A PF afirmou que as pessoas físicas e empresas já eram investigadas no Brasil, não havendo novidade sobre o inquérito.
- Os alvos da ação desta sexta-feira foram os empresários Stella Stefanie Nunes e Victor Henrique de Oliveira Shimada.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou hoje que preocupa a interferência da gestão de Donald Trump nas investigações sobre organizações criminosas no Brasil. Ele enfatizou o compromisso do país no combate a essas estruturas, já alvo de investigações por autoridades brasileiras.
A PF informou que a operação deflagrada nesta sexta-feira, 3, contra brasileiros sancionados pelos EUA por elos com a facção PCC tinha planejamento anterior. No entanto, houve antecipação do cumprimento de mandados devido à divulgação das sanções.
Durigan ressaltou que as organizações criminosas são riscos reais para a ordem pública e que o espaço de atuação internacional levanta dúvidas sobre objetivos não declarados. Segundo ele, o governo brasileiro não tem informações sobre as intenções norte-americanas.
A PF destacou que as pessoas físicas e empresas envolvidas já estavam sob investigação no Brasil, pela Polícia Federal e pela Receita Federal. A operação ocorreu diante de sinais de possível fuga, após as sanções externas serem publicadas.
Entre os alvos mencionados pela PF, estão empresários identificados como Stella Stefanie Nunes e Victor Henrique de Oliveira Shimada. A investigação busca responsabilizar infrações como lavagem de dinheiro e elos com o PCC, com o fluxo estimado em bilhões de reais.
A instituição informou que o Brasil continua trocando informações com autoridades dos Estados Unidos, mantendo o foco no cumprimento da lei e na punição de involved. O fluxo de informações não implica mudanças de estratégia na apuração.
A reportagem não traz opiniões, apenas os fatos verificados pelas autoridades. As informações sobre a operação e as declarações de Durigan foram obtidas junto a fontes oficiais. Créditos de fontes seguem sem citação direta.
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