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Flávio Bolsonaro disputa a mansão de Richarlison avaliada em R$ 10 milhões

Richarlison reacende disputa da mansão de Angra dos Reis; STJ mantém decisão a favor de Tomaz, após depoimento de Flávio Bolsonaro e visita ao imóvel

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  • Mansão em Angra dos Reis, avaliada em cerca de R$ 10 milhões, voltou ao centro da disputa após um comentário de Richarlison nas redes sociais.
  • Richarlison afirmou ter gasto aproximadamente R$ 10 milhões na compra e ainda não ter recebido o dinheiro de volta, reacendendo o caso que tramita desde 2020.
  • O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já prestou depoimento no processo, pois visitou o imóvel antes da venda e voltou ao local acompanhado do advogado Willer Tomaz.
  • A origem do conflito envolve proprietários que afirmam ter direitos possessórios anteriores à aquisição pela empresa ligada a Richarlison, discutindo entre posse e propriedade.
  • Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve a decisão favorável à empresa de Willer Tomaz; após a repercussão, a advogada Ana Paula Zantut retirou o vídeo e fez uma retratação.

Uma disputa judicial envolvendo uma mansão de luxo em Angra dos Reis, avaliada em cerca de 10 milhões de reais, ganhou destaque após um comentário do atacante Richarlison nas redes sociais. O caso tramita desde 2020 e envolve questões de posse e propriedade.

Richarlison afirmou ter desembolsado o valor pela propriedade, mas diz ter perdido o imóvel ao longo do processo. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já prestou depoimento como testemunha, após ter visitado o imóvel e retornado ao local com o advogado Willer Tomaz.

A repercussão ampliou-se quando a advogada Ana Paula Zantut fez uma publicação sobre o tema, levando Richarlison a responder no Instagram. A postagem foi posteriormente retirada e a profissional retratou-se, reconhecendo informações não refletirem com precisão o estágio da disputa.

Contexto do processo

A origem remonta a 2020, quando a Sport 70, ligada a Richarlison e ao empresário Renato Velasco, comprou a mansão. Em seguida, empresas ligadas a Willer Tomaz reivindicaram direitos possessórios anteriores. A troca de argumentos gira em torno de posse versus propriedade desde então.

Em 2022 o caso ganhou visibilidade após reportagem do Metrópoles. A discussão envolve se a posse pode prevalecer sobre o registro de compra, sob a ótica das normas de direito imobiliário. A defesa de Tomaz sustenta direitos possessórios anteriores.

Decisão do STJ

Em 2025 o STJ manteve o entendimento a favor da empresa vinculada a Willer Tomaz. O relator Ricardo Villas Bôas Cueva afastou a revisão de provas e cláusulas contratuais, citando súmulas que inviabilizam o revolvimento fático-probatório. A decisão consolidou a leitura já existente.

Com o retorno da repercussão por meio das redes sociais, personagens que não eram partes do processo passaram a ser citados na narrativa do caso, sem alterar a conclusão já estabelecida pelos tribunais. O desenrolar continua sob avaliação conforme novos elementos surgem nos autos.

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