- Entre mulheres, 44% ficam à esquerda ou centro-esquerda e 37% à direita ou centro-direita; entre homens, 50% ficam à direita ou centro-direita e 33% à esquerda ou centro-esquerda.
- O centro soma 18% entre as mulheres e 16% entre os homens.
- No eixo comportamento, a direita é mais forte entre homens (56%) do que entre mulheres (47%), enquanto esquerda/centro-esquerda soma 25% entre homens e 32% entre mulheres.
- Na economia, a esquerda atinge 51% entre mulheres e 40% entre homens; a direita fica com 24% (mulheres) e 33% (homens).
- A Datafolha ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026; margem de erro de até 2 pontos percentuais; pesquisa registrada no TSE sob BR-09956/2026.
Entre mulheres, 44% são classificados à esquerda ou centro-esquerda, contra 37% à direita ou centro-direita. Entre homens, 50% ficam à direita ou centro-direita e 33% à esquerda ou centro-esquerda. O centro soma 18% entre mulheres e 16% entre homens.
Na divisão por eixo, o comportamento predomina entre os dois grupos, mas com mais força entre homens: 56% à direita ou centro-direita entre homens, frente a 47% entre mulheres. Esquerda soma 25% (homens) e 32% (mulheres).
Na economia, a esquerda lidera em ambos, com vantagem maior entre mulheres: 51% à esquerda ou centro-esquerda (mulheres) versus 24% à direita ou centro-direita. Entre homens, esquerda 40% e direita 33%.
Metodologia
A matriz ideológica não se baseia na autodeclaração. O Datafolha usa 16 perguntas — 10 sobre comportamento, 6 sobre pensamento econômico — para classificar em direita, centro-direita, centro, centro-esquerda e esquerda, com peso igual para comportamento e economia.
Contexto da pesquisa
Foram ouvidos presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais em 139 municípios. Data de campo: 17 e 18 de junho de 2026. Margem de erro máxima de 2 pontos percentuais, em 95% de confiança. Registro no TSE é BR-09956/2026.
Entre na conversa da comunidade