- A Câmara de Montes Claros aprovou moção de apoio à professora morta ao ser atingida por linha chilena e pediu reforço na fiscalização de linhas cortantes no município.
- Os vereadores defenderam a obrigatoriedade de antena corta-pipa em motocicletas, por meio de projeto federal.
- A moção foi aprovada por unanimidade e pede que a fiscalização seja intensificada para coibir circulação, uso, comercialização e distribuição de linhas cortantes.
- O Executivo municipal deve promover campanhas educativas e aumentar a fiscalização para prevenir novos acidentes.
- A iniciativa visa proteger a vida de moradores, especialmente motociclistas e pedestres, e reduzir tragédias semelhantes na cidade.
A Câmara de Montes Claros aprovou uma moção de apoio à professora que faleceu após ser atingida por uma linha chilena. O documento também solicita reforço na fiscalização contra o uso, a comercialização e a distribuição de linhas cortantes no município, visando evitar novos acidentes.
Os vereadores defenderam ainda o uso obrigatório de antena corta-pipa em motocicletas, por meio de projeto federal, como medida adicional de segurança no trânsito. A iniciativa foi aprovada por unanimidade.
A vítima era professora da rede municipal e foi atingida pela linha enquanto caminhava na rua. Ela recebeu atendimento, mas não resistiu aos ferimentos. O episódio mobilizou a cidade e reforçou a necessidade de ações preventivas.
Medidas propostas
A moção aponta ações do Executivo para intensificar a fiscalização e coibir a circulação de linhas cortantes. Também prevê campanhas educativas para conscientizar a população sobre os riscos dessas linhas.
A Câmara enfatiza o compromisso com a segurança pública e a proteção da vida. A expectativa é que as medidas adotadas contribuam para reduzir acidentes envolvendo linhas chilenas e melhorar a proteção de pedestres e motoristas.
Contexto e próximos passos
A iniciativa segue a linha de prevenção de acidentes em Montes Claros e busca reduzir incidentes similares no futuro. As autoridades devem avaliar a viabilidade de campanhas, fiscalizações mais robustas e ações de conscientização junto à comunidade.
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