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Há 250 anos, os EUA recebiam a primeira certidão de nascimento

Há 250 anos, a Declaração de Independência dos Estados Unidos consolidou direitos inalienáveis e moldou democracias ocidentais

Declaração de Independência dos Estados Unidos: 250 anos. (Foto: Wikimedia)
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  • Em 4 de julho de 1776, o Segundo Congresso Continental, na Filadélfia, aprovou a Declaração da Independência, anunciando a separação das Colônias do Império Britânico.
  • O texto afirma que todos os homens são criados iguais e possuem direitos inalienáveis, como vida, liberdade e busca da felicidade.
  • Os governos devem obter poder do consentimento dos governados e podem ser trocados ou abolidos se se tornarem usados para oprimir.
  • A declaração acusa o rei da Grã-Bretanha de abusos e abusos contínuos, incluindo leis bloqueadas, impostos sem consentimento e ações que ameaçam a justiça e a paz.
  • Foram 56 delegados de 13 estados que assinaram o documento; entre eles estavam John Adams e Thomas Jefferson.

Em 4 de julho de 1776, o Segundo Congresso Continental, na Filadélfia, aprovou a Declaração da Independência. O documento justificou, de forma política, moral e legal, a separação dos Estados Unidos do Reino Unido. A decisão foi anunciada dois dias antes, em 2 de julho.

A Declaração tornou-se a certidão de nascimento de uma das nações mais influentes do mundo. Seu texto ajudou a moldar princípios das democracias ocidentais, como liberdade de expressão e de imprensa, e inspirou movimentos de emancipação na região.

Entre os 56 delegados que assinaram o texto, dois viraram presidentes: John Adams e Thomas Jefferson. Jefferson elaborou o rascunho inicial, que foi revisado pelo Comitê dos Cinco, formado por Franklin, Livingston, Sherman, Adams e Jefferson.

Contexto histórico

A peça histórica rompeu com o absolutismo monárquico e estabeleceu um governo baseado em uma constituição, com o poder derivado do consentimento dos governados. O texto aponta que, quando o governo se mostra destrutivo, o povo pode modificá-lo ou substituí-lo.

A declaração acusa abusos do rei da Grã-Bretanha e descreve uma sequência de ações que justificam a separação. Entre as alegações, destaca-se resistência de leis, dissolução de legislaturas e imposição de tributos sem consentimento local.

Principais ideias anunciadas

O documento afirma que todos os homens são criados iguais e dotados de direitos inalienáveis, como vida, liberdade e busca da felicidade. O governo existe para assegurar esses direitos e derive seus poderes do consentimento dos governados.

A carta magna também estabelece a necessidade de novos marcos legais quando antigos governos falham. Em essência, a declaração legitima a criação de Estados Unidos independentes, com direito a guerra, paz, alianças e comércio.

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