- Romero Jucá, ex-senador e pré-candidato a deputado federal pelo MDB de Roraima, criticou as pautas-bomba aprovadas no Senado.
- Ele afirma que, se eleito, vai priorizar o debate sobre gasto público e o equilíbrio entre os poderes.
- Jucá foi derrotado nas eleições de 2022, encerrando um mandato de 24 anos no Senado.
- O Senado aprovou três pautas-bomba em um único dia: afrouxamento das regras de aposentadoria de agentes de saúde, aumento salarial a médicos e renegociação da dívida de grandes produtores rurais; o presidente Lula moveu ações no STF para barrar as medidas.
- O pré-candidato disse que deseja discutir o Brasil de forma objetiva e negou ter ambições além da atuação política.
Romero Jucá, ex-senador e pré-candidato a deputado federal pelo MDB de Roraima, criticou a avalanche de pautas-bomba aprovadas no Senado e afirmou que, se eleito, priorizará o debate sobre gastos públicos. Ele retorna à política após a derrota nas eleições de 2022.
A pauta aprovada pelo Senado incluiu flexibilização das regras de aposentadoria de agentes de saúde, aumento salarial para médicos e a renegociação de dívidas de grandes produtores rurais. O governo encaminhou ações para barrar as medidas no STF, conforme já divulgado pela imprensa.
Jucá classificou as decisões como irresponsáveis e afirmou que criam precedentes nocivos. Ele disse que o foco do debate no Congresso deve ser o gasto público e o equilíbrio entre os poderes, sem buscar vantagens em ano eleitoral. A afirmação foi concedida ao Painel.
Pauta e reação
O ex-parlamentar reiterou que não alimenta ambições maiores além da atuação legislativa. Dias após as votações, o governo manteve a estratégia de contornar as medidas por meio do Judiciário, ampliando o cenário de disputa institucional.
Entre na conversa da comunidade