- Trump discursou no Memorial Nacional do Monte Rushmore na véspera do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, quatro meses antes das eleições de meio de mandato.
- Chamou seus oponentes de comunistas, descritos como “ímpios” e “malignos”, sugerindo que o comunismo é o principal inimigo do dia da independência.
- Disse que o Congresso precisa aprovar o projeto de lei Save America, que aumentaria regras de identificação de eleitores e dificultaria o voto, defendendo o fim do obstrucionismo.
- Mencionou Karl Marx e comparou o comunismo a ameaças históricas, como Pearl Harbor e os ataques de 11 de setembro, em tom de alerta.
- O discurso ocorreu diante de Washington em pedestal de granito, com fortíssima segurança, música e iluminação, durante condições climáticas adversas.
Donald Trump discursou no Memorial Nacional do Monte Rushmore na noite de 4 de julho, em Dakota do Sul, durante as celebrações do 250º aniversário da independência dos EUA. O tom do discurso foi de alerta político, com críticas aos oponentes e à atuação do Congresso. O objetivo central foi defender um projeto de lei de registro de eleitores apresentado pela Casa Branca.
O presidente apontou opositores como comunistas e afirmou que o voto deve ter regras mais rígidas. Ele pediu o fim do que chamou de obstrução parlamentar e destacou a necessidade de aprovação imediata do projeto Save America. O discurso ocorreu diante das esculturas de Washington, Jefferson, Roosevelt e Lincoln.
Trump usou o cenário do monte Rushmore para sinalizar uma linha de ataque política contra uma ala progressista do Partido Democrata. O tom inicial foi otimista, mas houve avisos sobre ameaças ao idioma, às armas e ao modo de vida, segundo a leitura do evento.
Contexto e desdobramentos
Ao longo do discurso, o presidente alternou entre elogios à identidade nacional americana e críticas a temas considerados divergentes. Ele afirmou que o comunismo representa um risco maior que eventos históricos citados, sem oferecer novas propostas além do já apresentado.
Conforme o planejamento do evento, a cerimônia contou com participação de figuras da equipe de governo, cobertura da imprensa e convidados locais. O conjunto foi acompanhado por segurança reforçada e por atividades associadas às festividades do feriado.
O episódio ocorreu no contexto de celebrações anuais e de tensões políticas no país, com análises destacando o uso de protocolos históricos para impulsionar mensagens eleitorais. A cobertura incluiu relatos sobre a logística do local e a presença de autoridades estaduais.
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