Uma bolha de calor deve atingir o Brasil nas próximas horas, mas ficará restrita à região de fronteira com Paraguai, Argentina e Uruguai, conforme afirmou a meteorologista do Climatempo, Josélia Pegorim. As altas temperaturas afetarão principalmente os estados do Sul, Centro-Oeste e Sudeste, com destaque para o Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do […]
Uma bolha de calor deve atingir o Brasil nas próximas horas, mas ficará restrita à região de fronteira com Paraguai, Argentina e Uruguai, conforme afirmou a meteorologista do Climatempo, Josélia Pegorim. As altas temperaturas afetarão principalmente os estados do Sul, Centro-Oeste e Sudeste, com destaque para o Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Em São Paulo, o calor intenso será mais sentido nas cidades do interior, especialmente na região oeste.
No Rio Grande do Sul, a temperatura começará a subir gradualmente a partir de terça-feira, com máximas previstas entre 36ºC e 38ºC em Porto Alegre na quinta (16) e sexta-feira (17). A MetSul alerta que em áreas isoladas, como os vales, as temperaturas podem ser ainda mais elevadas, com registros acima de 40ºC em municípios como Quaraí e Uruguaiana. O calor intenso também será notado nas tardes do oeste gaúcho, onde as temperaturas devem ultrapassar os 35ºC.
Em outro tema, o colunista Tales Faria criticou as ações das big techs, afirmando que líderes como Mark Zuckerberg buscam moldar um mundo distópico, decidindo o que é lei. Recentemente, Zuckerberg anunciou o fim da checagem de conteúdo na América Latina, o que gerou uma notificação da Advocacia-Geral da União à Meta, solicitando esclarecimentos sobre as mudanças nas plataformas.
Além disso, o publicitário Sidônio Palmeira, novo responsável pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), reconheceu falhas na comunicação do governo Lula. Durante sua primeira fala, ele lamentou a disseminação de fake news e criticou as recentes decisões da Meta. Por fim, o colunista Leonardo Sakamoto destacou a necessidade de combater a sonegação de impostos, mencionando que o governo pretende usar o Pix para verificar possíveis irregularidades fiscais.
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