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Técnico de enfermagem é detido por roubo de corrente de ouro de paciente internado

- Um técnico de enfermagem foi preso por roubo de corrente de ouro de R$ 5 mil. - A corrente, presente da ex-esposa do paciente, desapareceu após acidente. - O acusado alegou ter comprado a joia de um morador de rua por R$ 70. - A corrente foi devolvida à família após investigação policial. - Advogados do técnico afirmam que ele é réu primário e com bons antecedentes.

Um técnico de enfermagem foi preso em flagrante sob a acusação de ter furtado uma corrente de ouro, avaliada em R$ 5 mil, de um paciente internado no Pronto-Socorro Central de Praia Grande, litoral de São Paulo. O incidente ocorreu após o paciente, de 54 anos, ter dado entrada na unidade após um acidente de […]

Um técnico de enfermagem foi preso em flagrante sob a acusação de ter furtado uma corrente de ouro, avaliada em R$ 5 mil, de um paciente internado no Pronto-Socorro Central de Praia Grande, litoral de São Paulo. O incidente ocorreu após o paciente, de 54 anos, ter dado entrada na unidade após um acidente de trânsito no dia 11 de agosto. A corrente, um presente da ex-esposa do motociclista, foi alegadamente retirada enquanto ele estava sob cuidados médicos.

De acordo com o boletim de ocorrência, o técnico afirmou à polícia que comprou a corrente de um homem em situação de rua por R$ 70. No entanto, o filho da vítima, que estava presente no local, questionou o técnico sobre o “sumiço” do acessório em um vídeo gravado na padaria. A família do paciente relatou que apenas o pingente foi encontrado pela equipe médica, levantando suspeitas sobre o destino da corrente.

A investigação revelou que o motorista socorrista, colega do técnico, recebeu a corrente e foi questionado sobre sua origem. O técnico de enfermagem, que tem dez anos de serviço no hospital e é réu primário, pagou fiança de R$ 5 mil e foi liberado. A corrente foi devolvida aos familiares do paciente. Os advogados do técnico afirmaram que qualquer julgamento prematuro é injusto e que os fatos serão esclarecidos durante o processo.

O caso foi registrado como receptação, que é a aquisição de um produto proveniente de crime. O delegado de plantão não encontrou elementos suficientes para indiciar o motorista socorrista. A família do paciente, representada pelo advogado Thyago Garcia, está tomando as medidas judiciais necessárias para garantir seus direitos.

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