Um soldado de 19 anos do Exército Brasileiro, lotado no 13º Regimento de Cavalaria Mecanizada em Pirassununga (SP), denunciou ter sido agredido por seis colegas na última quinta-feira (16). Segundo o relato, as agressões ocorreram durante o expediente e envolveram objetos como cabo de vassoura, remo de panela industrial e pedaços de madeira. O caso […]
Um soldado de 19 anos do Exército Brasileiro, lotado no 13º Regimento de Cavalaria Mecanizada em Pirassununga (SP), denunciou ter sido agredido por seis colegas na última quinta-feira (16). Segundo o relato, as agressões ocorreram durante o expediente e envolveram objetos como cabo de vassoura, remo de panela industrial e pedaços de madeira. O caso foi registrado como lesão corporal pela Polícia Civil no dia seguinte, 17 de agosto.
O Comando Militar do Sudeste informou que um Inquérito Policial Militar foi instaurado para investigar as circunstâncias do incidente. Em nota, a instituição destacou que “os envolvidos serão punidos e expulsos da fileira do Exército”, reafirmando que não tolera condutas ilícitas entre seus membros. O boletim de ocorrência revela que o soldado estava organizando um espaço quando foi forçado a limpar uma câmara fria, momento em que as agressões começaram.
O jovem relatou que sua farda foi arrancada e que sofreu agressões em um depósito, onde foi atingido por diversos objetos. Além disso, um cabo supostamente envolvido nas agressões teria enviado uma mensagem ao soldado, acusando-o de mentir e ameaçando prejudicá-lo. A vítima apresentou imagens das lesões e passou por exame de corpo de delito no Pronto-Socorro Municipal.
As investigações seguem em andamento, e o Exército Brasileiro reafirma seu compromisso em apurar os fatos e tomar as devidas providências. O caso levanta questões sobre a convivência e disciplina dentro das forças armadas, além de evidenciar a necessidade de um ambiente de trabalho seguro para todos os militares.
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