Jeniffer Castro, de 28 anos, ganhou notoriedade nacional após um incidente em um voo da Gol, onde se recusou a ceder seu assento próximo à janela para uma criança que chorava. O episódio, que ocorreu em dezembro, foi registrado em vídeo por uma passageira e rapidamente viralizou nas redes sociais. A gravação mostra Jeniffer ignorando […]
Jeniffer Castro, de 28 anos, ganhou notoriedade nacional após um incidente em um voo da Gol, onde se recusou a ceder seu assento próximo à janela para uma criança que chorava. O episódio, que ocorreu em dezembro, foi registrado em vídeo por uma passageira e rapidamente viralizou nas redes sociais. A gravação mostra Jeniffer ignorando a situação, com fones de ouvido e voltada para a janela, o que gerou críticas e discussões online.
Agora, Jeniffer decidiu processar tanto a mulher que a filmou quanto a companhia aérea Gol. Ela alega que a gravação foi feita sem sua autorização e a acusa de difamação e injúria. Em sua defesa, a bancária expressou que se sentiu desamparada pela companhia aérea, que, segundo ela, não ofereceu assistência durante ou após o incidente.
Em entrevista a um podcast, Jeniffer destacou que a Gol não tomou nenhuma atitude para intervir na situação, afirmando que a empresa poderia ter conversado com a passageira que a incomodava. “Eles não prestaram nenhum socorro, não perguntaram se eu estava precisando de nada”, lamentou. A situação levantou questões sobre a responsabilidade das companhias aéreas em conflitos entre passageiros.
O caso gerou um amplo debate sobre direitos dos passageiros e a ética de filmar pessoas sem consentimento. A repercussão do vídeo e a decisão de Jeniffer de processar a mulher e a Gol refletem a crescente preocupação com a privacidade e o respeito em ambientes públicos, especialmente em situações delicadas como a que ela enfrentou.
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