Uma araucária centenária em Pato Branco, Paraná, foi removida da Avenida Tocantins nesta terça-feira, 4 de fevereiro, após secar e morrer. O secretário municipal de Meio Ambiente, Vicente Lúcio Michaliszyn, atribuiu a morte à impermeabilização do solo causada pelo asfaltamento da via, que dificultou a absorção de água pelas raízes da árvore. Além do asfalto, […]
Uma araucária centenária em Pato Branco, Paraná, foi removida da Avenida Tocantins nesta terça-feira, 4 de fevereiro, após secar e morrer. O secretário municipal de Meio Ambiente, Vicente Lúcio Michaliszyn, atribuiu a morte à impermeabilização do solo causada pelo asfaltamento da via, que dificultou a absorção de água pelas raízes da árvore.
Além do asfalto, a araucária enfrentou um ato de vandalismo em 2015, quando sofreu um corte profundo que exigiu tratamento para evitar sua morte. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que a retirada da árvore foi autorizada pelo Instituto Água e Terra (IAT) e foi necessária para garantir a segurança da população, já que árvores secas podem representar riscos para pedestres e veículos.
A araucária, que era um símbolo da cidade, será substituída por um memorial no local. A secretaria também planeja uma ação de educação ambiental com o plantio de novas mudas de araucária, uma espécie ameaçada de extinção devido à exploração excessiva. A planta, nativa da região Sul do Brasil, tem uma expectativa de vida de 300 a 400 anos.
A araucária, conhecida como pinheiro-do-paraná, é objeto de estudos há mais de 40 anos e sua preservação é fundamental, pois a espécie está em risco crítico de extinção, conforme a lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza.
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